domingo, 3 de janeiro de 2010

A doença como linguagem da alma

Cada pessoa está a ter uma experiência humana.
Cada Ser veste um corpo como veículo para se movimentar e existir no espaço e no tempo.

A nossa alma é de uma energia muito subtil e o nosso corpo físico de uma energia muito densa, entre o corpo físico e a alma existem outros corpos de densidades intermédias para que os extremos do nosso ser se possam comunicar.

O bem-estar é sentido pelo nosso corpo emocional, quando todos os outros estão em harmonia. Mas acima de tudo é a integridade da alma que o bem-estar reflecte.
Quem não vive de acordo com o seus anseios mais profundos, vê o seu corpo doente e a sua vida complicar-se.

Esses problemas, doenças são oportunidades de corrigir e ajustar as nossas atitudes de acordo com o nosso verdadeiro ser. É um convite para largar papéis que foram impostos ou a que nos agarrámos por algum motivo exterior ao nosso Eu.

A dor emocional ou física é um indicador de que estamos a afastar-nos da nossa essência. É o grito da nossa alma a mostrar-nos que não é assim. Pede-nos para parar reflectir e mudar de atitude. Quanto mais tempo demoramos a olhar para o desconforto mais forte se torna a dor ou sintoma de determinada doença.

Quando a nossa escolha ou atitude não é a correcta para nós próprios a nossa alma começa por enviar-nos intuições, pensamentos, sensação de desconforto.

Quando ignoramos tudo isto vem dor emocional, continuando a ignorar, vem uma dor física numa determinada parte do corpo que é um indicador do tipo de falha de comportamento que estamos a cometer em relação à existência; bem como nos esclarece qual deve ser a nossa conduta para voltarmos a estar em harmonia com a vida.

A minha proposta é: - vamos olhar para a dor como aliada. Vamos dar-lhe a atenção plena por uns minutos. Vamos segui-la como faríamos com uma criança irrequieta. Respirem para ela. Aceitem. Olhem e falem com a vossa dor, ela indicar-vos-à o caminho.


1 comentário:

  1. Fantástico esse texto, e isso é muito real mas por vezes não há tempo para se fazer reflexões devido à quantidade de coisas que há para fazer no dia a dia, beijocas grandes.

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