Uma mensagem de Aluna Joy Yaxk’in, 2 de Dezembro de 2007
Na tradição dos Maias, há um cumprimento que muitas pessoas que trabalham com a sabedoria Maia conhecem. É a lei In Lak’ech Ala K’in, que significa eu sou outro você (uma interpretação moderna). Também significa eu sou você, e você é eu (uma interpretação tradicional Maia).
Temos vindo a entender que esta saudação Maia é uma honra para o outro. É uma afirmação de união e de unidade. In Lak’ech Ala K’in espelha o mesmo sedimento de outras lindas saudações como Namasté para a Índia Oriental, Wiracocha para os Incas e Mitakuye Oyasin para os Lakota.
Não importa de que cultura vindes. Mas quando uma destas saudações sagradas é dada, há sempre um movimento de colocar as mãos sobre o coração.
Quanto mais ando no caminho dos Maias, mais compreendo a profundidade que In Lak’ech Ala K’in ensina. O cumprimento tornou-se mais do que um simples, honorável cumprimento.
Ele evoluiu para um código moral, e para uma forma de criar uma realidade positiva para toda a vida. Como nos aproximamos de 2012 com todas as suas destruições e profecias sombrias, temos uma obrigação moral para com o Espírito de viver no código de In Lak’ech Ala K’in.
É do conhecimento comum de hoje em dia que cada ação que tomamos nas nossas vidas afeta todas as coisas vivas. Entendemos que, se agirmos negativamente, as nossas ações terão um impacto negativo em toda a vida.
Quando agimos de maneira positiva, afetamos toda a vida de uma maneira positiva. Quando vivemos no código Maia do In Lak’eck Aka K’in, sabemos que cada ação que empreendemos é por respeito para com toda a vida, e estamos a viver e a dar dos nossos corações.
Podemos dar os nossos corações de uma maneira positiva todos os dias dizendo In Lak’ech Ala K’in uns aos outros, às árvores, ao céu, aos pássaros e às estrelas. Podeis saudar cada nascer do sol dizendo In Lak’ech Ala K’in.
Cada e todos os dias que temos juntos são sagrados, então reconhecei este dia dando o vosso coração. Lembrai-vos que, quando dais desta maneira, estais também a dar-vos a vós próprios! Não estais a dar a vossa energia para algo separado de vós. Estais a dá-la a outra parte de vós mesmos!
Eu compreendo o desafio de permanecerdes positivos nestes dias em que a energia está tão comprimida que nós mal podemos respirar, mas há um simples exercício que pode mudar tudo isso à volta para vós. A cada dia, caminhai na gratidão simplesmente.
Podemos dizer In Lak’ech Ala K’in ao que nos dá a vida todos os dias, e esse é o coração do Grandioso Espírito. Em vez de somente aproveitardes o Grandioso Espírito quando pedis por conhecimento e orientação, dai de volta o vosso coração, amor e apreciação.
Ficareis surpreendidos com os resultados. Se nós abrirmos os nossos corações e enviarmos gratidão, isso abre todas as portas que estavam anteriormente fechadas para nós. Lembrai-vos que sois uma parte do Grandioso Espírito! Quando dais ao Grandioso Espírito estais a dar-vos a vós próprios.
Podemos praticar o In Lak’ech Ala K’in incansavelmente porque quando e o que damos aos outros é darmos energia a nós próprios. Quando damos, recebemos. Então, como sabemos se estamos a dar corretamente? É realmente simples.
Quando somos energizados pela nossa dádiva, sabemos que estamos a dar do nosso coração e do código do In Lak’ech Ala K’in. Se nos sentimos esgotados ou exaustos, é possível que tenhamos dado por medo, falta, obrigação, ego ou uma necessidade de ser aceite ou gostado.
Quanto mais se pratica o In Lak’ech Ala K’in, mais claras se tornam as nossas motivações em relação às nossas ações, e mais vamos receber. Lembrai… o que vai vem exatamente do mesmo modo que foi enviado. Se não gostais do que a vida vos está a enviar, olhai para o que estais a enviar à vida.
Quando começamos a praticar o In Lak’ech Ala K’in, mais dos vossos antigos modos de dar não vos servirão mais. Por exemplo, não podemos mais agir como vítimas e não podemos viver com medo também. Descobrimo-nos a não nos preparamos mais para o desastre; em vez disso, antecipamos um futuro glorioso.
É tempo de reescrevermos as profecias. Elas ficaram obsoletas. O passado irá tornar-se apenas um sonho mau e o futuro irá tornar-se uma maravilhosa visão do que nós vamos criar neste momento.
Quando praticamos In Lak’ech Ala K’in, deixamos de ser neutros no nosso mundo porque compreendemos que o Espírito trabalha com os que tomam medidas.
Começamos a tomar medidas ao acrescentarmos à experiência positiva desta dimensão. Então, que tipo de trabalho quereis? Não fiqueis sentados apenas à espera que o mundo apareça na vossa frente. O Espírito ajuda aqueles que se ajudam a si mesmos. É conosco.
Quando praticamos o código moral do In Lak’ech Ala K’in, estamos a produzir e a enviar a energia positiva e vital que pode, literalmente, transformar o nosso conturbado mundo num Paraíso. Quando vivemos do In Lak’ech Ala K’in, estamos a colocar em prática a nossa capacidade natural de criar a nossa realidade.
Estamos a afetar a consciência coletiva da humanidade de uma maneira positiva. Os Maias Cósmicos, também conhecidos como as “Estrelas Anciãs” ou “Conselho Invisível”, compreenderam este poder natural para criar a sua realidade.
Os seus calendários sagrados mapearam as leis naturais do universo. Agora, é a nossa vez de chegar a este entendimento. Chegou a hora de nós mudarmos o mundo.
Quanto mais a humanidade começar a viver no In Lak’ech Ala K’in, menos vamos pensar em termos da nossa separação. Não pode haver competição, ciúmes ou inveja entre nós, porque somos pedaços uns dos outros. Podemos partilhar e ajudar-nos uns aos outros com as nossas conexões, idéias e recursos sem medo que não haja o suficiente para andarmos por aí.
Quando vivemos na realidade da unidade, abundância e inteireza, haverá unidade, abundância e inteireza! Quanto mais de nós participarmos na criação de um mundo melhor, mais depressa ele chegará. Teremos paz, amor, harmonia e unidade e teremos, finalmente, chegado a casa.
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Direitos de Autor 2010 – É concedida permissão para copiar e distribuir este artigo na condição de que o seu conteúdo seja mantido completo e os créditos sejam atribuídos plenamente ao(s) autor(s), e que seja distribuído livremente. CENTRO DO SOL – Aluna Joy Yaxk’in, PO Box 1988 Sedona, AZ 86339 USA Ph: 982-282-6292 begin_of_the_skype_highlighting 982-282-6292 end_of_the_skype_highlighting Ph/Fax: 928-282-4622 – Email: alunajoy@1spirit.com.website:www. AlunaJoy.com
Fonte: sipiritlibrary
Tradução: Ana Tavares Belo – anatbelo@hotmail.com
FONTE: http://www.luzdegaia.org/
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domingo, 20 de novembro de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Encuentro con la Vida
Nuestros problemas no se resuelven tratando de resolverlos afirma Krishnamurti en las reflexiones anteriores a su muerte en 1986. Mirar los problemas como uno podría mirar una piedra preciosa exquisitamente labrada conduce de hecho a una total liberación con respecto a aquello que ha causado la dificultad. Al esforzarnos por lograr una solución sólo conseguiremos aumentar la complejidad de cualquier problema. Si podemos apartarnos de la lucha y desprendernos del egoísmo que nos invade, entonces el dolor llega a su fin y nace el amor.
Jiddu Krishnamurti
1895-1986
Truth is a pathless land
www.jiddu-krishnamurti.net
Piezas Cortas, Preguntas y Respuestas, Pláticas.
Jiddu Krishnamurti
1895-1986
Truth is a pathless land
www.jiddu-krishnamurti.net
Piezas Cortas, Preguntas y Respuestas, Pláticas.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Cântico Negro
"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre a minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!
José Régio
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre a minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!
José Régio
LIBERTANDO-SE DO VENENO DO ORGULHO
Um dos maiores entraves ao desenvolvimento espiritual é o orgulho e o
egocentrismo. Estes eram os defeitos de Lúcifer. Deus Pai Todo Poderoso é Humilde.
Se queremos estreitar o nosso relacionamento com Deus e seus anjos , precisamos
nos despir do orgulho e egocentrismo. Leia a lista abaixo e fazendo uma auto-análise
criteriosa, comece a libertar-se ponto a ponto destas facetas do orgulho.
Comportamentos que manifestam orgulho:
01. Não admitir o próprio erro
02. Querer ter sempre razão
03. Falar aos outros com superioridade ou paternalismo
04. Ter um sentimento de presunção
05. Sarcasmo
06. Excesso de auto-estima
07. Falta de auto estima
08. Auto-idolatria ou idolatria por outros
09. Querer ter sempre a última palavra
10. Falta de consideração pelos outros
11. Diminuir a si mesmo ou aos outros
12. Achar-se melhor que os outros
13. Vangloriar-se
14. Colher as honras sem merecê-las ou aproveitar-se do trabalho e esforço dos outros
15. Auto-enaltecimento
16. Manipulação dos outros com objetivos pessoais
17. Querer controlar as situações e não partilhar responsabilidades
18. Querer ser sempre o centro das atenções
19. Ter atitudes de desdém e menosprezo
20. Olhar para os outros com superioridade
21. Ser vaidoso, olhar-se muito no espelho
22. Exibir os próprios talentos, roupas, dinheiro ou físico
23. Não permitir que os outros o ajudem.
24. Chamar a atenção para si mesmo
25. Falar demais ou falar constantemente sobre si mesmo
26. Ofender-se com facilidade
27. Ser demasiado sensível ou insensível
28. Preocupar-se consigo mesmo
29. Achar que os outros estão pensando ou falando a seu respeito
30. Usar deliberadamente palavras que os outros não entendem (falar com
superioridade)
31. Sentir-se indigno
32. Não perdoar a si mesmo e aos outros
33. Recusar-se a mudar ou a considerar que precisa mudar
34. Olhar as pessoas segundo uma hierarquia: “esta pessoa é melhor ou mais
importante do que aquela”, depois tratá-las de acordo com a posição que ocupam na
hierarquia.”
35. Considerar-se mais importante que os outros devido ao tipo de trabalho que
realiza
36. Ser viciado no trabalho e querer elogios ou tudo o que faz ou acumular tarefas
para que as pessoas o valorizem por fazer tanto
37. Não confiar nos outros, em Deus, nos Mensageiros e nos Mestres.
38. Preocupar-se excessivamente com as aparências e com as opiniões dos outros
39. Pensar que está acima da Lei ou que é um filho ou filha “especial” de Deus
40. Sobrecarga de trabalho além da capacidade física
41. Mudar a forma de agir de acordo com a pessoa com quem estiver falando
42. Ingratidão
43. Ignorar as pessoas comuns
44. Não admitir que tem orgulho ou um problema (cegueira espiritual)
45. Usar um tom de voz que indica irritação
46. Falar alto ou gritar com raiva ou irritação
47. Achar que os outros “poderiam fazer melhor’ ’e usar um tom de voz que os
diminui
48. Não resolução com Deus
49. Não se render à Vontade de Deus
50. Perder a razão ou actuar como um louco
51. Ter uma atitude do tipo: “ O meu irmão tem obrigação de ser o meu guardião”
52. Ser desonesto consigo e com os outros
53. Não ser capaz de trabalhar com outras pessoas, de contemporizar ou de ceder
54. Ter uma atitude do tipo: “ O que os outros poderão fazer por mim”
55. Ser incapaz de partilhar o conhecimento para manter o controle
56. Não prestar atenção à criança interior
57. Não cuidar do corpo físico ou preocupar-se excessivamente com os cuidados do
corpo
58. Pensar que precisa fazer tudo porque ninguém mais consegue fazê-lo tão bem
59. Apontar os erros dos outros em tom de censura
60. Querer salvar os outros dos seus problemas
61. Julgar os outros com base na aparência, cor de pele, posses
62. Orgulho em relação ao lugar e posição que ocupa
ELIZABETH CLARE PROPHET
egocentrismo. Estes eram os defeitos de Lúcifer. Deus Pai Todo Poderoso é Humilde.
Se queremos estreitar o nosso relacionamento com Deus e seus anjos , precisamos
nos despir do orgulho e egocentrismo. Leia a lista abaixo e fazendo uma auto-análise
criteriosa, comece a libertar-se ponto a ponto destas facetas do orgulho.
Comportamentos que manifestam orgulho:
01. Não admitir o próprio erro
02. Querer ter sempre razão
03. Falar aos outros com superioridade ou paternalismo
04. Ter um sentimento de presunção
05. Sarcasmo
06. Excesso de auto-estima
07. Falta de auto estima
08. Auto-idolatria ou idolatria por outros
09. Querer ter sempre a última palavra
10. Falta de consideração pelos outros
11. Diminuir a si mesmo ou aos outros
12. Achar-se melhor que os outros
13. Vangloriar-se
14. Colher as honras sem merecê-las ou aproveitar-se do trabalho e esforço dos outros
15. Auto-enaltecimento
16. Manipulação dos outros com objetivos pessoais
17. Querer controlar as situações e não partilhar responsabilidades
18. Querer ser sempre o centro das atenções
19. Ter atitudes de desdém e menosprezo
20. Olhar para os outros com superioridade
21. Ser vaidoso, olhar-se muito no espelho
22. Exibir os próprios talentos, roupas, dinheiro ou físico
23. Não permitir que os outros o ajudem.
24. Chamar a atenção para si mesmo
25. Falar demais ou falar constantemente sobre si mesmo
26. Ofender-se com facilidade
27. Ser demasiado sensível ou insensível
28. Preocupar-se consigo mesmo
29. Achar que os outros estão pensando ou falando a seu respeito
30. Usar deliberadamente palavras que os outros não entendem (falar com
superioridade)
31. Sentir-se indigno
32. Não perdoar a si mesmo e aos outros
33. Recusar-se a mudar ou a considerar que precisa mudar
34. Olhar as pessoas segundo uma hierarquia: “esta pessoa é melhor ou mais
importante do que aquela”, depois tratá-las de acordo com a posição que ocupam na
hierarquia.”
35. Considerar-se mais importante que os outros devido ao tipo de trabalho que
realiza
36. Ser viciado no trabalho e querer elogios ou tudo o que faz ou acumular tarefas
para que as pessoas o valorizem por fazer tanto
37. Não confiar nos outros, em Deus, nos Mensageiros e nos Mestres.
38. Preocupar-se excessivamente com as aparências e com as opiniões dos outros
39. Pensar que está acima da Lei ou que é um filho ou filha “especial” de Deus
40. Sobrecarga de trabalho além da capacidade física
41. Mudar a forma de agir de acordo com a pessoa com quem estiver falando
42. Ingratidão
43. Ignorar as pessoas comuns
44. Não admitir que tem orgulho ou um problema (cegueira espiritual)
45. Usar um tom de voz que indica irritação
46. Falar alto ou gritar com raiva ou irritação
47. Achar que os outros “poderiam fazer melhor’ ’e usar um tom de voz que os
diminui
48. Não resolução com Deus
49. Não se render à Vontade de Deus
50. Perder a razão ou actuar como um louco
51. Ter uma atitude do tipo: “ O meu irmão tem obrigação de ser o meu guardião”
52. Ser desonesto consigo e com os outros
53. Não ser capaz de trabalhar com outras pessoas, de contemporizar ou de ceder
54. Ter uma atitude do tipo: “ O que os outros poderão fazer por mim”
55. Ser incapaz de partilhar o conhecimento para manter o controle
56. Não prestar atenção à criança interior
57. Não cuidar do corpo físico ou preocupar-se excessivamente com os cuidados do
corpo
58. Pensar que precisa fazer tudo porque ninguém mais consegue fazê-lo tão bem
59. Apontar os erros dos outros em tom de censura
60. Querer salvar os outros dos seus problemas
61. Julgar os outros com base na aparência, cor de pele, posses
62. Orgulho em relação ao lugar e posição que ocupa
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