sexta-feira, 20 de setembro de 2013
sábado, 18 de maio de 2013
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Leite de vaca
O leite de vaca é um fluído insalubre, que contém uma gama ampla de substâncias inconvenientes. O seu consumo prolongado tem um efeito cumulativo prejudicial.
Com 59 hormonas activas, vários alérgenos, gordura e colesterol, a maior parte produzida mostra ainda quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. Pode conter resíduos de tudo o que a vaca come. Inclusive coisas como restos radiativos de testes nucleares.
Combustível do cancro
Das 59 hormonas do leite, uma é um poderoso auxiliar do crescimento, de seu nome IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One - Factor de Crescimento similar à Insulina). Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico
entre vacas e seres humanos. Segundo especialistas em medicina, é concensual que o IGF-1 é um factor-chave na aceleração do crescimento e na proliferação dos cancros da mama, da próstata e do cólon. Provavelmente actua também como catalisador no desenvolvimento de outras formas de cancro.
O IGF-1 é um constituinte de todo o leite de vaca, visto que se é desejável que o recém-nascido cresça com rapidez. Evidentemente que, se entrarmos em linha de conta que uma percentagem significativa da população (50% nos USA) se debate com problemas de obesidade, a presença de IGF-1 no leite pode já não ser vista com tão bons olhos.
Um caso flagrante sobre este assunto é o da indústria química Monsanto, fabricante de produtos como DDT, agente laranja, Roundup e outros. Esta empresa gastou cerca de meio bilião de dólares para inventar uma injeção que fizesse as vacas produzir mais leite.
Infelizmente o produto final (Posilac, rbGH, injectável) revelou cinco erros que levaram à proibição do uso de rbGH no Canadá. Ainda assim, o relatório que os descrevia (Richard, Odaglia & Deslex, 1989) foi oculto pela lei de Segredo Comercial de Clinton. Os canadenses puderam, em bom tempo, ler deste relatório o bastante para proibir o rbGH em seu país. O Posilac da Monsanto leva a um acréscimo de IGF-1 no leite até 80%.
A FDA (Food and Drugs Administration - Departamento de Alimentos e Remédios dos Estados Unidos) insiste que o IGF-1 é destruído no estômago. Por outro lado, estudiosos da questão insistem que nesse caso a amamentação não faria sentido, por não ter qualquer eficácia. A afirmação da FDA é ridícula, porque é o IGF-1 que faz o bezerro crescer a uma taxa tão elevada nas primeiras semanas de vida.
Aumento do IGF-1
A fim de se entender melhor o papel deste químico, foi realizado um estudo com dois tipos de consumidores: um bebendo 360g de leite por dia, outro a porção recomendada pela USDA (recomendação nutricional diária dos Estados Unidos) de 720g (três chávenas).
Neste estudo observou-se que os participantes que consumiam 360g de leite pro dia tiveram um aumento de 10% no nível de IGF-1.
Quantidade:
Todos os lacticínios em geral, por derivarem do leite, podem ser fonte do mesmo problema. O queijo, por exemplo, contém os mesmos constituintes do leite numa proporção de 10 para um. São necessários 10 quilos de leite para fazer um quilo de queijo. E quanto à manteiga, conta com cerca de 21 vezes o que estiver contido nas moléculas de gordura da mesma quantidade de leite.
Gordura:
Muita gente suspeita que a manteiga é só gordura, mas não tem idéia de quanta gordura existe no leite e no resto dos laticínios.
Os produtos que usam derivados do leite (caseína, soro, lactose) são provavelmente uma causa importante de problemas de peso e saúde.
Leite integral: 49% das calorias vêm da gordura.
Leite meio-gordo (2%): 35% das calorias vêm da gordura.
Queijo cheddar: 74% das calorias vêm da gordura.
Manteiga: 100% das calorias vêm da gordura.
Cálcio:
Uma pergunta que deve ser feita é: onde é que as vacas arranjam cálcio para terem ossos tão grandes? A resposta é simples: sim, das plantas! E as mesmas plantas fornecem-lhes ainda uma boa quantidade de magnésio, necessário para a absorção e o uso do cálcio.
O cálcio do leite de vaca é basicamente inútil. O leite tem conteúdo insuficiente de magnésio (11% do que seria necessário para a mesma quantidade de cálcio). Igualmente, para a boa absorção de cálcio é importante a presença da vitamina D, que nós, humanos, produzimos pela simples exposição à luz solar. As nações com mais alto nível de consumo de leite e laticínios também têm o maior nível de osteoporose, como atestado por um estudo desenvolvido por 78.000 enfermeiras num período de 12 anos.
Segundo a USDA, 240g (uma xícara) de leite contém:
Cálcio (Ca) - 291,336 mg
Magnésio (Mg) - 32,794 mg
A USDA recomenda 1200 mg de cálcio por dia. As três xícaras de leite diárias recomendadas pela USDA só contêm 900mg de cálcio. Alguns argumentam que só se precisa de 1/3 do magnésio. A mãe natureza parece indicar que a proporção deveria ser 1:1. Se a proporção para a absorção adequada fosse de 1/3 de magnésio para 1 de cálcio, então apenas 300mg daqueles 900mg de cálcio seria utilizável. Se, na verdade, a proporção for de 1:1... só 98,38mg do cálcio é aproveitável.
Proteínas:
O leite pode ser considerado "carne líquida", pelo seu alto conteúdo de proteína. Na realidade, o excesso de proteínas pode que, em conjunto com outras proteínas, pode provocar a perda de cálcio do corpo. Países que consomem dietas ricas em proteínas (carne, leite e laticínios) têm as taxas mais altas de osteoporose.
80% da proteína do leite é caseína. A caseína é um aglutinante poderoso. Um polímero usado para fazer plásticos e uma cola óptima para mobílias resistentes ou rótulos de cerveja. É usada como aglutinante em milhares de alimentos industrializados, como "caseinato de _qualquer_ coisa_".
Bactérias:
Permite-se que haja fezes no leite de vaca. Esta é uma grande fonte de bactérias, como não poderia deixar de ser. Normalmente o leite é pasteurizado mais de uma vez antes de chegar à tua mesa - cada vez durante 15 segundos à temperatura de 72°C. Por contraposição, para esterilizar a água exige-se que ela seja fervida (100°C) por vários minutos. Por outro lado, à temperatura ambiente o número de bactérias no leite duplica a cada 20 minutos.
Pus:
Um centímetro cúbico de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células somáticas (mais conhecidas como pus) e 20.000 bactérias vivas, antes de ser retirado do mercado.
Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias bem vivinhas e a 750 milhões de células por litro.
1 chávena = 236,5882 cm3 (centímetros cúbicos) ~ 177.441.150 células de pus e 4.731.600 bactérias
A ingestão diária "recomendada" para um adulto é de três vezes esta quantidade.
A Comunidade Europeia e o Canadá só permitem 400.000.000 (quatrocentos milhões de) células de pus por litro. Em geral esses níveis são mais baixos, mas PODEM chegar a este nível e ainda assim chegar à tua mesa.
Colesterol:
O conteúdo de colesterol de três chávenas de leite é igual ao de 53 fatias de bacon. Não muito dietético, concerteza!
Vitamina D:
A vitamina D (essencial à fixação do cálcio nos ossos) é geralmente derivada de um animal. A reação à luz do sol que converte 7-dehidroicolesterol em vitamina D-3 é uma reação química "pura" que acontece em determinadas células da pele. (Daqui a importância acrescida para os veganos da exposição ao sol).
A vitamina D-3 vem, tipicamente, de quatro fontes diferentes: pele de porco, pele de ovelha, fígado de peixe cru e cérebro de porcos. Na maior parte dos casos a vitamina D-3 é extraída da pele de porcos e vendida a fábricas de laticínios.
Existe também vitamina D-2, produzida em laboratório, que pode ser ou não de origem animal.
Constituição do leite:
água: 87%
gordura: 3,25% (se for leite completo, ou gordo)
caseína: 4%
outras proteínas: 1%
outras substâncias: 4,75%
http://www.centrovegetariano.org/Article-10-Leite%2Bde%2Bvaca.html
p.s. - e lembrem-se que tudo o que é feito de leite (queijos, yogurtes, natas, etc) tem as mesmas características do leite!
domingo, 20 de novembro de 2011
eu sou outro você
Uma mensagem de Aluna Joy Yaxk’in, 2 de Dezembro de 2007
Na tradição dos Maias, há um cumprimento que muitas pessoas que trabalham com a sabedoria Maia conhecem. É a lei In Lak’ech Ala K’in, que significa eu sou outro você (uma interpretação moderna). Também significa eu sou você, e você é eu (uma interpretação tradicional Maia).
Temos vindo a entender que esta saudação Maia é uma honra para o outro. É uma afirmação de união e de unidade. In Lak’ech Ala K’in espelha o mesmo sedimento de outras lindas saudações como Namasté para a Índia Oriental, Wiracocha para os Incas e Mitakuye Oyasin para os Lakota.
Não importa de que cultura vindes. Mas quando uma destas saudações sagradas é dada, há sempre um movimento de colocar as mãos sobre o coração.
Quanto mais ando no caminho dos Maias, mais compreendo a profundidade que In Lak’ech Ala K’in ensina. O cumprimento tornou-se mais do que um simples, honorável cumprimento.
Ele evoluiu para um código moral, e para uma forma de criar uma realidade positiva para toda a vida. Como nos aproximamos de 2012 com todas as suas destruições e profecias sombrias, temos uma obrigação moral para com o Espírito de viver no código de In Lak’ech Ala K’in.
É do conhecimento comum de hoje em dia que cada ação que tomamos nas nossas vidas afeta todas as coisas vivas. Entendemos que, se agirmos negativamente, as nossas ações terão um impacto negativo em toda a vida.
Quando agimos de maneira positiva, afetamos toda a vida de uma maneira positiva. Quando vivemos no código Maia do In Lak’eck Aka K’in, sabemos que cada ação que empreendemos é por respeito para com toda a vida, e estamos a viver e a dar dos nossos corações.
Podemos dar os nossos corações de uma maneira positiva todos os dias dizendo In Lak’ech Ala K’in uns aos outros, às árvores, ao céu, aos pássaros e às estrelas. Podeis saudar cada nascer do sol dizendo In Lak’ech Ala K’in.
Cada e todos os dias que temos juntos são sagrados, então reconhecei este dia dando o vosso coração. Lembrai-vos que, quando dais desta maneira, estais também a dar-vos a vós próprios! Não estais a dar a vossa energia para algo separado de vós. Estais a dá-la a outra parte de vós mesmos!
Eu compreendo o desafio de permanecerdes positivos nestes dias em que a energia está tão comprimida que nós mal podemos respirar, mas há um simples exercício que pode mudar tudo isso à volta para vós. A cada dia, caminhai na gratidão simplesmente.
Podemos dizer In Lak’ech Ala K’in ao que nos dá a vida todos os dias, e esse é o coração do Grandioso Espírito. Em vez de somente aproveitardes o Grandioso Espírito quando pedis por conhecimento e orientação, dai de volta o vosso coração, amor e apreciação.
Ficareis surpreendidos com os resultados. Se nós abrirmos os nossos corações e enviarmos gratidão, isso abre todas as portas que estavam anteriormente fechadas para nós. Lembrai-vos que sois uma parte do Grandioso Espírito! Quando dais ao Grandioso Espírito estais a dar-vos a vós próprios.
Podemos praticar o In Lak’ech Ala K’in incansavelmente porque quando e o que damos aos outros é darmos energia a nós próprios. Quando damos, recebemos. Então, como sabemos se estamos a dar corretamente? É realmente simples.
Quando somos energizados pela nossa dádiva, sabemos que estamos a dar do nosso coração e do código do In Lak’ech Ala K’in. Se nos sentimos esgotados ou exaustos, é possível que tenhamos dado por medo, falta, obrigação, ego ou uma necessidade de ser aceite ou gostado.
Quanto mais se pratica o In Lak’ech Ala K’in, mais claras se tornam as nossas motivações em relação às nossas ações, e mais vamos receber. Lembrai… o que vai vem exatamente do mesmo modo que foi enviado. Se não gostais do que a vida vos está a enviar, olhai para o que estais a enviar à vida.
Quando começamos a praticar o In Lak’ech Ala K’in, mais dos vossos antigos modos de dar não vos servirão mais. Por exemplo, não podemos mais agir como vítimas e não podemos viver com medo também. Descobrimo-nos a não nos preparamos mais para o desastre; em vez disso, antecipamos um futuro glorioso.
É tempo de reescrevermos as profecias. Elas ficaram obsoletas. O passado irá tornar-se apenas um sonho mau e o futuro irá tornar-se uma maravilhosa visão do que nós vamos criar neste momento.
Quando praticamos In Lak’ech Ala K’in, deixamos de ser neutros no nosso mundo porque compreendemos que o Espírito trabalha com os que tomam medidas.
Começamos a tomar medidas ao acrescentarmos à experiência positiva desta dimensão. Então, que tipo de trabalho quereis? Não fiqueis sentados apenas à espera que o mundo apareça na vossa frente. O Espírito ajuda aqueles que se ajudam a si mesmos. É conosco.
Quando praticamos o código moral do In Lak’ech Ala K’in, estamos a produzir e a enviar a energia positiva e vital que pode, literalmente, transformar o nosso conturbado mundo num Paraíso. Quando vivemos do In Lak’ech Ala K’in, estamos a colocar em prática a nossa capacidade natural de criar a nossa realidade.
Estamos a afetar a consciência coletiva da humanidade de uma maneira positiva. Os Maias Cósmicos, também conhecidos como as “Estrelas Anciãs” ou “Conselho Invisível”, compreenderam este poder natural para criar a sua realidade.
Os seus calendários sagrados mapearam as leis naturais do universo. Agora, é a nossa vez de chegar a este entendimento. Chegou a hora de nós mudarmos o mundo.
Quanto mais a humanidade começar a viver no In Lak’ech Ala K’in, menos vamos pensar em termos da nossa separação. Não pode haver competição, ciúmes ou inveja entre nós, porque somos pedaços uns dos outros. Podemos partilhar e ajudar-nos uns aos outros com as nossas conexões, idéias e recursos sem medo que não haja o suficiente para andarmos por aí.
Quando vivemos na realidade da unidade, abundância e inteireza, haverá unidade, abundância e inteireza! Quanto mais de nós participarmos na criação de um mundo melhor, mais depressa ele chegará. Teremos paz, amor, harmonia e unidade e teremos, finalmente, chegado a casa.
——————————————————————————–
Direitos de Autor 2010 – É concedida permissão para copiar e distribuir este artigo na condição de que o seu conteúdo seja mantido completo e os créditos sejam atribuídos plenamente ao(s) autor(s), e que seja distribuído livremente. CENTRO DO SOL – Aluna Joy Yaxk’in, PO Box 1988 Sedona, AZ 86339 USA Ph: 982-282-6292 begin_of_the_skype_highlighting 982-282-6292 end_of_the_skype_highlighting Ph/Fax: 928-282-4622 – Email: alunajoy@1spirit.com.website:www. AlunaJoy.com
Fonte: sipiritlibrary
Tradução: Ana Tavares Belo – anatbelo@hotmail.com
FONTE: http://www.luzdegaia.org/
Na tradição dos Maias, há um cumprimento que muitas pessoas que trabalham com a sabedoria Maia conhecem. É a lei In Lak’ech Ala K’in, que significa eu sou outro você (uma interpretação moderna). Também significa eu sou você, e você é eu (uma interpretação tradicional Maia).
Temos vindo a entender que esta saudação Maia é uma honra para o outro. É uma afirmação de união e de unidade. In Lak’ech Ala K’in espelha o mesmo sedimento de outras lindas saudações como Namasté para a Índia Oriental, Wiracocha para os Incas e Mitakuye Oyasin para os Lakota.
Não importa de que cultura vindes. Mas quando uma destas saudações sagradas é dada, há sempre um movimento de colocar as mãos sobre o coração.
Quanto mais ando no caminho dos Maias, mais compreendo a profundidade que In Lak’ech Ala K’in ensina. O cumprimento tornou-se mais do que um simples, honorável cumprimento.
Ele evoluiu para um código moral, e para uma forma de criar uma realidade positiva para toda a vida. Como nos aproximamos de 2012 com todas as suas destruições e profecias sombrias, temos uma obrigação moral para com o Espírito de viver no código de In Lak’ech Ala K’in.
É do conhecimento comum de hoje em dia que cada ação que tomamos nas nossas vidas afeta todas as coisas vivas. Entendemos que, se agirmos negativamente, as nossas ações terão um impacto negativo em toda a vida.
Quando agimos de maneira positiva, afetamos toda a vida de uma maneira positiva. Quando vivemos no código Maia do In Lak’eck Aka K’in, sabemos que cada ação que empreendemos é por respeito para com toda a vida, e estamos a viver e a dar dos nossos corações.
Podemos dar os nossos corações de uma maneira positiva todos os dias dizendo In Lak’ech Ala K’in uns aos outros, às árvores, ao céu, aos pássaros e às estrelas. Podeis saudar cada nascer do sol dizendo In Lak’ech Ala K’in.
Cada e todos os dias que temos juntos são sagrados, então reconhecei este dia dando o vosso coração. Lembrai-vos que, quando dais desta maneira, estais também a dar-vos a vós próprios! Não estais a dar a vossa energia para algo separado de vós. Estais a dá-la a outra parte de vós mesmos!
Eu compreendo o desafio de permanecerdes positivos nestes dias em que a energia está tão comprimida que nós mal podemos respirar, mas há um simples exercício que pode mudar tudo isso à volta para vós. A cada dia, caminhai na gratidão simplesmente.
Podemos dizer In Lak’ech Ala K’in ao que nos dá a vida todos os dias, e esse é o coração do Grandioso Espírito. Em vez de somente aproveitardes o Grandioso Espírito quando pedis por conhecimento e orientação, dai de volta o vosso coração, amor e apreciação.
Ficareis surpreendidos com os resultados. Se nós abrirmos os nossos corações e enviarmos gratidão, isso abre todas as portas que estavam anteriormente fechadas para nós. Lembrai-vos que sois uma parte do Grandioso Espírito! Quando dais ao Grandioso Espírito estais a dar-vos a vós próprios.
Podemos praticar o In Lak’ech Ala K’in incansavelmente porque quando e o que damos aos outros é darmos energia a nós próprios. Quando damos, recebemos. Então, como sabemos se estamos a dar corretamente? É realmente simples.
Quando somos energizados pela nossa dádiva, sabemos que estamos a dar do nosso coração e do código do In Lak’ech Ala K’in. Se nos sentimos esgotados ou exaustos, é possível que tenhamos dado por medo, falta, obrigação, ego ou uma necessidade de ser aceite ou gostado.
Quanto mais se pratica o In Lak’ech Ala K’in, mais claras se tornam as nossas motivações em relação às nossas ações, e mais vamos receber. Lembrai… o que vai vem exatamente do mesmo modo que foi enviado. Se não gostais do que a vida vos está a enviar, olhai para o que estais a enviar à vida.
Quando começamos a praticar o In Lak’ech Ala K’in, mais dos vossos antigos modos de dar não vos servirão mais. Por exemplo, não podemos mais agir como vítimas e não podemos viver com medo também. Descobrimo-nos a não nos preparamos mais para o desastre; em vez disso, antecipamos um futuro glorioso.
É tempo de reescrevermos as profecias. Elas ficaram obsoletas. O passado irá tornar-se apenas um sonho mau e o futuro irá tornar-se uma maravilhosa visão do que nós vamos criar neste momento.
Quando praticamos In Lak’ech Ala K’in, deixamos de ser neutros no nosso mundo porque compreendemos que o Espírito trabalha com os que tomam medidas.
Começamos a tomar medidas ao acrescentarmos à experiência positiva desta dimensão. Então, que tipo de trabalho quereis? Não fiqueis sentados apenas à espera que o mundo apareça na vossa frente. O Espírito ajuda aqueles que se ajudam a si mesmos. É conosco.
Quando praticamos o código moral do In Lak’ech Ala K’in, estamos a produzir e a enviar a energia positiva e vital que pode, literalmente, transformar o nosso conturbado mundo num Paraíso. Quando vivemos do In Lak’ech Ala K’in, estamos a colocar em prática a nossa capacidade natural de criar a nossa realidade.
Estamos a afetar a consciência coletiva da humanidade de uma maneira positiva. Os Maias Cósmicos, também conhecidos como as “Estrelas Anciãs” ou “Conselho Invisível”, compreenderam este poder natural para criar a sua realidade.
Os seus calendários sagrados mapearam as leis naturais do universo. Agora, é a nossa vez de chegar a este entendimento. Chegou a hora de nós mudarmos o mundo.
Quanto mais a humanidade começar a viver no In Lak’ech Ala K’in, menos vamos pensar em termos da nossa separação. Não pode haver competição, ciúmes ou inveja entre nós, porque somos pedaços uns dos outros. Podemos partilhar e ajudar-nos uns aos outros com as nossas conexões, idéias e recursos sem medo que não haja o suficiente para andarmos por aí.
Quando vivemos na realidade da unidade, abundância e inteireza, haverá unidade, abundância e inteireza! Quanto mais de nós participarmos na criação de um mundo melhor, mais depressa ele chegará. Teremos paz, amor, harmonia e unidade e teremos, finalmente, chegado a casa.
——————————————————————————–
Direitos de Autor 2010 – É concedida permissão para copiar e distribuir este artigo na condição de que o seu conteúdo seja mantido completo e os créditos sejam atribuídos plenamente ao(s) autor(s), e que seja distribuído livremente. CENTRO DO SOL – Aluna Joy Yaxk’in, PO Box 1988 Sedona, AZ 86339 USA Ph: 982-282-6292 begin_of_the_skype_highlighting 982-282-6292 end_of_the_skype_highlighting Ph/Fax: 928-282-4622 – Email: alunajoy@1spirit.com.website:www. AlunaJoy.com
Fonte: sipiritlibrary
Tradução: Ana Tavares Belo – anatbelo@hotmail.com
FONTE: http://www.luzdegaia.org/
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
ADEUS Colesterol, Glicemia, Lipídios e Triglicerídeos.
"Todos os dias Deus nos dá um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes.
"O instante mágico é o momento em que um 'sim' ou um "não" pode mudar toda a nossa existência."
Repassando Um segredinho revelado...
Alguns anos atrás, um ex-professor meu mostrou-me uma análise de sangue; o que eu vi me deixou impressionado.
Os cinco principais parâmetros do sangue, ou seja: uréia, colesterol, glicemia, lipídios e triglicerídeos apresentavam valores que, em muito excediam os níveis permitidos.
Comentei que a pessoa com aqueles índices já deveria estar morta ou, se estava viva, isto seria apenas por teimosia.
O professor, então, mostrou o nome do paciente que, até então, tinha sido ocultado pela sua mão. O paciente era ele mesmo!
Fiquei estupefato! E comentei: "Mas como? E o que você fez?".
Com um sorriso ele me apresentou a folha de uma outra análise, dizendo: "Agora, olhe esta, compare os valores dos parâmetros e veja as datas".
Foi o que eu fiz. Os valores dos parâmetros estavam nitidamente dentro das faixas recomendadas, o sangue estava perfeito, impecável, mas a surpresa aumentou, quando olhei as datas; a diferença era de apenas um mês (entre as duas análises da mesma pessoa)!
Perguntei: "Como conseguiu isso? Isso é, literalmente, um milagre!"
Calmamente, ele respondeu que o milagre se deveu a seu médico, que lhe sugeriu um tratamento obtido de outro médico amigo. Este tratamento foi utilizado por mim mesmo, várias vezes, com impressionantes resultados.
Aproximadamente, uma vez por ano, faço análise de meu sangue e, se algum dos parâmetros estiver apresentando tendência ao desarranjo, volto imediatamente a repetir esse processo. Sugiro que você o experimente.
Aqui está o SEGREDO: Semanalmente, por 4 semanas, compre, na feira ou em supermercado, pedaços de abóbora. Não deve ser a abóbora moranga e sim a abóbora grande, que costuma ser usada para fazer doce. Diariamente, descasque 100 gramas de abóbora, coloque os pedaços no liquidificador (crú), junto com água (SÓ ÁGUA!), e bata bem, fazendo uma vitamina de abóbora com água.
Tome essa vitamina em jejum, 15 a 20 minutos antes do desjejum (café da manhã). Faça isso durante um mês, toda vez que o seu sangue precisar ser corrigido.
Poderá controlar o resultado, fazendo uma análise antes e outra depois do tratamento com a abóbora. De acordo com o médico, não há qualquer contra-indicação, por tratar-se apenas de um vegetal natural e água (não se usa açúcar!).
O professor, excelente engenheiro químico, estudou a abóbora para saber qual ou quais ingredientes ativos ela contém e concluiu, pelo menos parcialmente, que nela está presente um solvente do colesterol de baixo peso molecular: o colesterol mais nocivo e perigoso - LDL .
Durante a primeira semana, a urina apresenta grande quantidade de colesterol LDL (de baixo peso molecular), o que se traduz em limpeza das artérias, inclusive as cerebrais, incrementando, assim, a memória da pessoa.
Há apenas um inconveniente: o sabor da abóbora crua não é muito agradável! Nada mais.
Porém, há um detalhe importante: nem a abóbora, nem a água poderão ir para a geladeira, porque a refrigeração destrói os ingredientes ativos da vitamina.
Esta é a razão de ter que comprar, semanalmente, a abóbora, pois, fora da geladeira, ela se estraga rapidamente.
Referência:
[1] Salvatore de Salvo e Mara Teresa de Salvo, Novos Segredos da Boa Saúde, Editado pela Biblioteca 24x7 [www.biblioteca24x7.com.br], São Paulo-SP, novembro 2008.
ABÓBORA... Não faça disso um segredo... DIVULGUE!
10 SUPER ALIMENTOS
O nutricionista e psicólogo americano Jonny Bowden esteve, no ano passado,
no Brasil, para lançar o livro
"As Refeições mais Saudáveis do Mundo".
Com doutoramento em nutrição pela Universidade Clayton pela Saúde Natural,
ele se dedica, há mais de duas décadas, à pesquisa dos alimentos e, aqui, enumera quais são os dez mais
saudáveis do mundo e que deveriam fazer parte do nosso cardápio diário:
1- Sardinha:
É rica em proteínas e possui minerais essenciais, como magnésio, ferro e
selênio, que têm ação anticancerígena.
Esse tipo de peixe também ajuda o organismo a liberar o mercúrio e tem altas
concentrações de Ômega 3, um tipo de gordura "boa", essencial para o funcionamento do cérebro, do coração e para a redução da pressão arterial.
As sardinhas são chamadas de "comida saudável em lata" por Bowden, que
aconselha que sejam compradas as preservadas no próprio óleo ou em azeite, quando não puderem ser consumidas frescas.
2- Repolho:
As folhas do vegetal contêm grandes concentrações de substâncias
antioxidantes e anticancerígenas chamadas de indoles e sulforafanos. Uma pesquisa da Universidade de Stanford, nos EUA, apontou que o sulforafano é a substância química encontrada em plantas que mais eleva o nível de enzimas anticancerígenas no organismo.
3- Folha de beterraba:
Geralmente jogada fora, é rica em vitaminas, minerais e antioxidantes.
Contém carotenóides, pigmento natural dos vegetais que ajuda a proteger os olhos contra o envelhecimento. Bowden também afirma que a beterraba em si também é um dos alimentos mais ricos que existem. As folhas podem ser comidas cruas na salada ou refogadas, como espinafre.
4- Açaí:
Em suco ou misturado à comida, como é feito no norte do país, o açaí é uma
das frutas com maior concentração de antioxidantes. Também é rica em gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas, que são benéficas e auxiliam na redução
do colesterol ruim e na prevenção de doenças cardíacas. Para Bowden, os
brasileiros que não consomem a fruta,freqüentemente, desperdiçam a benção que a natureza lhes proporcionou.
5- Goiaba:
Rica em fibras, minerais e vitaminas. Também possui grandes quantidades de
licopeno, o mais antioxidante entre todos os carotenóides. O licopeno auxilia na prevenção do câncer de próstata e reduz os riscos de surgimento de catarata e doenças cardiovasculares.
6- Cereja fresca:
Tem altas concentrações de antocianina, um antiinflamatório natural. Deve ser comida ao natural ou misturada com iogurte ou vitaminas.
7- Chocolate meio-amargo:
Rico em flavonóides, que diminuem a pressão sangüínea e promovem o bom
funcionamento do sistema circulatório,tem altas concentrações de magnésio, um mineral importante para mais de 300 processos biológicos do organismo.
8- Frutas oleaginosas:
São as castanhas, as nozes e as amêndoas. Bowden afirma que todas trazem
inúmeros benefícios, apesar do elevado teor calórico. Possuem muitos minerais, proteínas e altos níveis de Omega 3 e Omega 9.
9- Canela:
Ajuda a controlar o nível de açúcar e de colesterol no sangue, o que previne
o risco de doenças cardíacas.
Para usufruir dos benefícios da especiaria, basta polvilhar um pouco de canela em pó no café ou no cereal matinal.
10- Semente de abóbora:
É uma grande fonte de magnésio. Esse mineral é tão importante, explica
Bowden, que estudiosos franceses concluíram que homens com altas taxas de magnésio no sangue têm 40% menos chances de sofrer uma morte prematura do que aqueles
com baixos índices. Para consumi-las, toste-as no forno e coma-as por inteiro, inclusive com a casca, que é rica em fibras.
no Brasil, para lançar o livro
"As Refeições mais Saudáveis do Mundo".
Com doutoramento em nutrição pela Universidade Clayton pela Saúde Natural,
ele se dedica, há mais de duas décadas, à pesquisa dos alimentos e, aqui, enumera quais são os dez mais
saudáveis do mundo e que deveriam fazer parte do nosso cardápio diário:
1- Sardinha:
É rica em proteínas e possui minerais essenciais, como magnésio, ferro e
selênio, que têm ação anticancerígena.
Esse tipo de peixe também ajuda o organismo a liberar o mercúrio e tem altas
concentrações de Ômega 3, um tipo de gordura "boa", essencial para o funcionamento do cérebro, do coração e para a redução da pressão arterial.
As sardinhas são chamadas de "comida saudável em lata" por Bowden, que
aconselha que sejam compradas as preservadas no próprio óleo ou em azeite, quando não puderem ser consumidas frescas.
2- Repolho:
As folhas do vegetal contêm grandes concentrações de substâncias
antioxidantes e anticancerígenas chamadas de indoles e sulforafanos. Uma pesquisa da Universidade de Stanford, nos EUA, apontou que o sulforafano é a substância química encontrada em plantas que mais eleva o nível de enzimas anticancerígenas no organismo.
3- Folha de beterraba:
Geralmente jogada fora, é rica em vitaminas, minerais e antioxidantes.
Contém carotenóides, pigmento natural dos vegetais que ajuda a proteger os olhos contra o envelhecimento. Bowden também afirma que a beterraba em si também é um dos alimentos mais ricos que existem. As folhas podem ser comidas cruas na salada ou refogadas, como espinafre.
4- Açaí:
Em suco ou misturado à comida, como é feito no norte do país, o açaí é uma
das frutas com maior concentração de antioxidantes. Também é rica em gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas, que são benéficas e auxiliam na redução
do colesterol ruim e na prevenção de doenças cardíacas. Para Bowden, os
brasileiros que não consomem a fruta,freqüentemente, desperdiçam a benção que a natureza lhes proporcionou.
5- Goiaba:
Rica em fibras, minerais e vitaminas. Também possui grandes quantidades de
licopeno, o mais antioxidante entre todos os carotenóides. O licopeno auxilia na prevenção do câncer de próstata e reduz os riscos de surgimento de catarata e doenças cardiovasculares.
6- Cereja fresca:
Tem altas concentrações de antocianina, um antiinflamatório natural. Deve ser comida ao natural ou misturada com iogurte ou vitaminas.
7- Chocolate meio-amargo:
Rico em flavonóides, que diminuem a pressão sangüínea e promovem o bom
funcionamento do sistema circulatório,tem altas concentrações de magnésio, um mineral importante para mais de 300 processos biológicos do organismo.
8- Frutas oleaginosas:
São as castanhas, as nozes e as amêndoas. Bowden afirma que todas trazem
inúmeros benefícios, apesar do elevado teor calórico. Possuem muitos minerais, proteínas e altos níveis de Omega 3 e Omega 9.
9- Canela:
Ajuda a controlar o nível de açúcar e de colesterol no sangue, o que previne
o risco de doenças cardíacas.
Para usufruir dos benefícios da especiaria, basta polvilhar um pouco de canela em pó no café ou no cereal matinal.
10- Semente de abóbora:
É uma grande fonte de magnésio. Esse mineral é tão importante, explica
Bowden, que estudiosos franceses concluíram que homens com altas taxas de magnésio no sangue têm 40% menos chances de sofrer uma morte prematura do que aqueles
com baixos índices. Para consumi-las, toste-as no forno e coma-as por inteiro, inclusive com a casca, que é rica em fibras.
terça-feira, 15 de novembro de 2011

Curso de Iniciação ao Reiki - Nível 1 - Shoden ou o Despertar do Guia Interior
Domingo: dia 4 de Dezembro de 2011
Das: 10:00 hs às 18:30 hs
por: Filomena Santos
Na Amadora junto ao Parque Aventura e Escola Mães de Água.
Reiki Usui Shiki Ryoho
Um método curativo de imposição das mãos, originário do Japão. Actua nos campos de energia do corpo para a limpeza e remoção de bloqueios emocionais, energias tóxicas e psíquicas que afectam o comportamento e o estado de ânimo da pessoa. Contribui para o bem-estar geral e promove uma sensação de profundo relaxamento e paz interior.
Este nível desbloqueia o canal energético do indivíduo e os seus chakras. Dá-se um processo de purificação que irá reequilibrá-lo e torná-lo apto a tratar-se a si próprio, a outras pessoas, animais, plantas e espaços.
Programa:
História do Reiki
O que é o Reiki
Libertação pessoal através da prática regular de Reiki
O Campo energético humano
A Iniciação
A Cura
Tratamentos
Reiki e Meditação
Sintonização com a energia Reiki
Prática Simulada
Marcações e informações: 966 542 706 ou 939 802 464
santos.filomena@gmail.com
Vestir roupa clara e confortável, trazer manta ou tapete de yoga, bloco e caneta.
Entrega de Manual de apoio e Certificado de Participação.
Investimento 100,00 €
(Pode aprofundar o nível 1 quando quiser com redução de 50% do valor)
Para confirmar a sua inscrição no Curso preciso que me indique por favor o seu número de contacto (telemóvel e/ou casa).
Poderá efectuar o pagamento por transferência bancária para NIB a indicar (neste caso deverá guardar o talão comprovativo) ou então no próprio dia.
Fico ao seu dispor para qualquer informação adicional,
Sempre Grata
Filomena Santos
tlm. 96 654 27 06 / 93 980 24 64
Bondade, suficiência e modéstia são o carisma do homem cósmico.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
"A natureza tem a solução"
Satish Kumar tem 75 anos e viajou de comboio de Londres até Lisboa para dizer que temos de ir mais devagar para chegar mais longe. A semana passada, este professor no Schumacher College, no Sul de Inglaterra, e director da revista Ressurgence esteve na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, para falar do livro Small is Beautiful, de E. F. Shumacher. Na mala trouxe a inspiração da Natureza e das palavras de Mahatma Ghandi e Martin Luther King.
Acredita que a solução para a crise no mundo está no respeito pela Natureza, no amor e na confiança. Caminhou 13 mil quilómetros, sem dinheiro, numa das maiores peregrinações de sempre pela paz mundial.
- Quantas vezes já o chamaram naif ou irrealista?
- Muitas, muitas vezes. Políticos, presidentes de empresas, estudiosos, até jornalistas... (risos). Dizem-me que as minhas palavras são impossíveis e que sou demasiado inocente e idealista. Mas a minha resposta é: o que têm feito os realistas? O mundo tem sido governado por eles e hoje temos crise económica, crise ambiental, guerras no Afeganistão, Iraque e Líbia, pobreza. O nosso realismo não é sustentável. Pusemos um preço em tudo. A floresta tem preço, os rios, a terra, tudo se tornou uma mercadoria. Talvez tenha chegado a altura de os idealistas fazerem alguma coisa. Esta é a minha resposta. Se sou idealista, não faz mal. A sustentabilidade exige um bocadinho de idealismo, de inocência.
- Então qual a resposta de um idealista à crise actual?
- Esta não é uma crise económica, é uma crise do dinheiro. E o dinheiro é apenas uma ideia, um número no computador. Os realistas criaram este problema artificial e estão preocupados com a crise, voam pelo mundo, vão a Bruxelas, reúnemse com banqueiros. Mas a terra continua a produzir alimentos, as oliveiras a dar azeite, as vacas a dar leite e os seres humanos não perderam as suas capacidades. Eu diria, regressemos à Natureza. A Natureza tem a solução, dá-nos tudo o que precisamos, alimentos, roupas, casas, sapatos, amor, poesia, arte.
- Como se põe essa ideia nas mãos dos líderes políticos?
- Por exemplo, Portugal devia ter mais dos seus próprios alimentos, roupas, sapatos, mobília, tecnologia. A globalização da economia é um problema. Estamos a importar tantos produtos da China... Tudo isso se traduz em combustíveis fósseis para o transporte, com efeitos no clima. Além do mais, estamos a chegar a um pico do petróleo. Quando se esgotar o que faremos? A economia local deveria ser a verdadeira economia; a economia global seria como a fina cobertura de açúcar em cima de um bolo, com entre dez a 20% da economia.
- Mas em muitos casos é mais barato importar...
- Sim, mais barato em termos de dinheiro, mas não em termos de Ambiente porque não adicionamos todos os custos. Este é um desafio que lanço aos políticos, empresas, cientistas e jornalistas: o valor deve ser colocado no solo, nos animais, árvores e rios, nas pessoas, não no dinheiro. Se não o fizermos, dentro de cem anos teremos uma crise ainda maior. O dinheiro é apenas um bocado de papel ou de cartão, uma conta no banco. É uma medida da riqueza, como quando usamos uma fita métrica e dizemos que esta mesa tem dois metros de comprimento por um de largura. É da mesa que precisamos, mas para nós a fita métrica é mais importante. O dinheiro é útil, claro, mas é só isso.
- Parece uma ideia difícil de concretizar. Por onde começar?
- Mudando a forma de pensar. Podemos imprimir notas, criar dinheiro criando mais dívida. Mas se poluirmos os nossos rios e envenenarmos as nossas terras, não os podemos substituir. Devemos viver como peregrinos, não como turistas. O turista é egocêntrico, quer algo para ele próprio, bons hotéis, restaurantes e lojas. A sua atitude é a exigência, quer sempre mais e melhor. O hotel, o táxi ou o serviço não era bom o suficiente. O peregrino é humilde, deixa uma pegada leve na Terra, respeita a árvore e agradece-lhe pela sombra e frutos. A mente egocêntrica tem de mudar para respeitarmos a Natureza.
- Hoje conhecemos melhor as marcas dos automóveis do que os nomes das árvores...
- Exactamente. Por isso, antes de mais, precisamos trazer a Natureza para a cidade, promover uma literacia ecológica. Não conhecemos a Natureza porque a exilámos, temos medo dela. Não saímos de casa porque está demasiado frio, neve ou chuva. Precisamos de estar confortáveis, civilizados. Na verdade, somos demasiado civilizados... (risos). As pessoas das cidades, como Lisboa, precisam abrir o coração à vida selvagem, caminhar na Natureza. O fim-desemana devia ter três dias para que, pelo menos, um dia pudéssemos andar a pé no campo. Mas não de carro porque assim não se vê nada. Quando caminhamos vemos as flores, a erva, as borboletas, as abelhas. Vemos e experienciamos tudo, não é um conhecimento dos livros.
- Mas podemos estar na Natureza e não reconhecer a importância de uma borboleta ou de uma abelha.
- Não chega observar a Natureza como um objecto de estudo. Isso é uma separação muito dualista. Só valorizamos a Natureza se a experienciarmos, se nos tornarmos parte dela. A Natureza não está só lá fora, nas árvores, montanhas, rios e animais. Nós somos Natureza. E ela tem valor intrínseco. Falamos de direitos humanos, mas também precisamos de falar dos direitos da Natureza. Os rios têm o direito de se manterem limpos, as florestas têm o direito a permanecer de pé.
- Quando tinha quatro ou cinco anos, a sua mãe disse-lhe para começar a andar e aprender com a Natureza. Para nós será demasiado tarde?
- Tal como a minha mãe me ensinou a andar na Natureza, gostaria que o mesmo acontecesse na nossa sociedade. Devemos educar as nossas crianças no amor pela Natureza, aprendendo na Natureza e não sobre a Natureza, com livros e computadores. Gostaria de ver os pais a levar os filhos para a Natureza e a deixá-los subir às árvores, escalar montanhas e nadar nos rios. Para as crianças não é tarde de mais, estão prontas para isso. Talvez para os adultos seja tarde, até porque têm medo da Natureza. Mas até eles podem descobrir que passariam a estar mais inspirados, teriam mais poesia, música e arte. A nossa sociedade está a tornar-se demasiado banal e prosaica.
- Toda a sua vida caminhou. Qual foi a viagem mais importante?
- A mais importante caminhada, da Índia para a América [de 1962 a 1965], foi inspirada pelo filósofo britânico Bertrand Russell, que protestou contra as armas nucleares. Quando tinha 90 anos foi preso por isso. Uma manhã, tinha eu 25 anos, estava a beber café numa esplanada com um amigo e disse-lhe: "Aqui está um homem que, aos 90 anos, vai para a prisão pela paz no mundo. O que estamos, nós, jovens, a fazer aqui sentados a beber café?". Isso foi a inspiração. Eu e o meu amigo fomos aconselhados a partir sem dinheiro porque a paz vem da confiança e a raiz da guerra é o medo. Se queremos paz temos de ter confiança nas pessoas, na Natureza, no universo. Durante dois anos e meio caminhei 13 mil quilómetros sem qualquer dinheiro.
- E como o conseguiu?
- Fiquei em casa de pessoas que ia conhecendo. Quando não tinha dinheiro dizia que era a minha oportunidade para fazer jejum. Se não tinha um tecto, era a oportunidade para dormir sob as estrelas. Antes de partir, na Índia, disseram-me: "Vais a pé, sem dinheiro, podes não regressar". E respondi: "Se morrer enquanto caminhar pela paz isso será a melhor morte que poderei ter". Assim caminhei pelo Paquistão, Afeganistão, Irão, Azerbaijão, Arménia, Geórgia, Rússia, Bielorrússia, Polónia, Alemanha, Bélgica. Em França apanhei um barco, apoiado pelos habitantes de uma pequena localidade, e fui até Inglaterra, onde conheci Bertrand Russell. Ele ajudou com os bilhetes de barco para Nova Iorque. Daí caminhámos até Washington, onde conhecemos Martin Luther King. Foi uma demonstração de que podemos viver sem dinheiro e fazer a paz connosco, com as pessoas e com a Natureza. Neste momento, a Humanidade está em guerra com a Natureza, estamos a destruí-la. E seremos perdedores se vencermos. A menos que façamos a paz com a Natureza não poderá haver paz na Humanidade.
- O que mais o preocupa?
- A minha maior preocupação é que a Humanidade não acorde a tempo de resolver os desafios. Talvez estejamos demasiado obcecados com os nossos padrões de vida, com a dívida, o dinheiro. A sociedade industrial tem lutado pelo crescimento económico a todo o custo. Mas também tenho esperança na Humanidade, num despertar de consciências. Cada vez mais jovens me dizem que temos de cuidar da Terra e que o crescimento económico não é suficiente, precisamos de bemestar. Se as pessoas não estão bem, de que serve o crescimento económico? É um bom começo. Até porque há abundância na Natureza. Quantas azeitonas dá uma oliveira? De uma única semente, lançada à terra centenas de anos antes, obtemos milhões de azeitonas. Isso é a abundância e generosidade da Natureza.
- O alerta para a crise do Ambiente tem mais de meio século. E hoje o problema está longe do fim. É uma mensagem difícil?
- As grandes mudanças constroem-se lentamente. Quanto tempo demorou o apartheid a acabar? Nelson Mandela esteve preso 27 anos. Mas o apartheid acabou. O mesmo se passa com os direitos humanos. Quando estive com Martin Luther King, em 1964, os negros não tinham direito ao voto. Hoje temos um homem negro na Casa Branca. E quanto tempo demorou o muro de Berlim a cair? Muito tempo, uma luta longa. Não sabíamos quando o muro iria cair, quando o apartheid iria acabar. Não precisamos de saber. Estamos a construir um movimento ambiental e o momento vai chegar.
- De que precisamos para ser felizes?
- Aprender uma única palavra: celebração. Temos de celebrar a vida, a Natureza, a abundância humana. As pessoas não são felizes porque não têm tempo para celebrar. Estão sempre ocupadas, vivem demasiado depressa. Os maridos não têm tempo para as mulheres e as mulheres não têm tempo para os maridos. Os pais não têm tempo para os filhos. As pessoas não têm tempo para celebrar a Natureza. É preciso abrandar para chegar mais longe, apreciar o que temos em vez de o ignorar e querer mais. Temos muita roupa no armário, mas ignoramo-la e vamos comprar mais. O mundo tem o suficiente para as necessidades das pessoas, mas não para a sua ganância, disse Mahatma Ghandi. O universo é um grande presente para nós todos.
Acredita que a solução para a crise no mundo está no respeito pela Natureza, no amor e na confiança. Caminhou 13 mil quilómetros, sem dinheiro, numa das maiores peregrinações de sempre pela paz mundial.
- Quantas vezes já o chamaram naif ou irrealista?
- Muitas, muitas vezes. Políticos, presidentes de empresas, estudiosos, até jornalistas... (risos). Dizem-me que as minhas palavras são impossíveis e que sou demasiado inocente e idealista. Mas a minha resposta é: o que têm feito os realistas? O mundo tem sido governado por eles e hoje temos crise económica, crise ambiental, guerras no Afeganistão, Iraque e Líbia, pobreza. O nosso realismo não é sustentável. Pusemos um preço em tudo. A floresta tem preço, os rios, a terra, tudo se tornou uma mercadoria. Talvez tenha chegado a altura de os idealistas fazerem alguma coisa. Esta é a minha resposta. Se sou idealista, não faz mal. A sustentabilidade exige um bocadinho de idealismo, de inocência.
- Então qual a resposta de um idealista à crise actual?
- Esta não é uma crise económica, é uma crise do dinheiro. E o dinheiro é apenas uma ideia, um número no computador. Os realistas criaram este problema artificial e estão preocupados com a crise, voam pelo mundo, vão a Bruxelas, reúnemse com banqueiros. Mas a terra continua a produzir alimentos, as oliveiras a dar azeite, as vacas a dar leite e os seres humanos não perderam as suas capacidades. Eu diria, regressemos à Natureza. A Natureza tem a solução, dá-nos tudo o que precisamos, alimentos, roupas, casas, sapatos, amor, poesia, arte.
- Como se põe essa ideia nas mãos dos líderes políticos?
- Por exemplo, Portugal devia ter mais dos seus próprios alimentos, roupas, sapatos, mobília, tecnologia. A globalização da economia é um problema. Estamos a importar tantos produtos da China... Tudo isso se traduz em combustíveis fósseis para o transporte, com efeitos no clima. Além do mais, estamos a chegar a um pico do petróleo. Quando se esgotar o que faremos? A economia local deveria ser a verdadeira economia; a economia global seria como a fina cobertura de açúcar em cima de um bolo, com entre dez a 20% da economia.
- Mas em muitos casos é mais barato importar...
- Sim, mais barato em termos de dinheiro, mas não em termos de Ambiente porque não adicionamos todos os custos. Este é um desafio que lanço aos políticos, empresas, cientistas e jornalistas: o valor deve ser colocado no solo, nos animais, árvores e rios, nas pessoas, não no dinheiro. Se não o fizermos, dentro de cem anos teremos uma crise ainda maior. O dinheiro é apenas um bocado de papel ou de cartão, uma conta no banco. É uma medida da riqueza, como quando usamos uma fita métrica e dizemos que esta mesa tem dois metros de comprimento por um de largura. É da mesa que precisamos, mas para nós a fita métrica é mais importante. O dinheiro é útil, claro, mas é só isso.
- Parece uma ideia difícil de concretizar. Por onde começar?
- Mudando a forma de pensar. Podemos imprimir notas, criar dinheiro criando mais dívida. Mas se poluirmos os nossos rios e envenenarmos as nossas terras, não os podemos substituir. Devemos viver como peregrinos, não como turistas. O turista é egocêntrico, quer algo para ele próprio, bons hotéis, restaurantes e lojas. A sua atitude é a exigência, quer sempre mais e melhor. O hotel, o táxi ou o serviço não era bom o suficiente. O peregrino é humilde, deixa uma pegada leve na Terra, respeita a árvore e agradece-lhe pela sombra e frutos. A mente egocêntrica tem de mudar para respeitarmos a Natureza.
- Hoje conhecemos melhor as marcas dos automóveis do que os nomes das árvores...
- Exactamente. Por isso, antes de mais, precisamos trazer a Natureza para a cidade, promover uma literacia ecológica. Não conhecemos a Natureza porque a exilámos, temos medo dela. Não saímos de casa porque está demasiado frio, neve ou chuva. Precisamos de estar confortáveis, civilizados. Na verdade, somos demasiado civilizados... (risos). As pessoas das cidades, como Lisboa, precisam abrir o coração à vida selvagem, caminhar na Natureza. O fim-desemana devia ter três dias para que, pelo menos, um dia pudéssemos andar a pé no campo. Mas não de carro porque assim não se vê nada. Quando caminhamos vemos as flores, a erva, as borboletas, as abelhas. Vemos e experienciamos tudo, não é um conhecimento dos livros.
- Mas podemos estar na Natureza e não reconhecer a importância de uma borboleta ou de uma abelha.
- Não chega observar a Natureza como um objecto de estudo. Isso é uma separação muito dualista. Só valorizamos a Natureza se a experienciarmos, se nos tornarmos parte dela. A Natureza não está só lá fora, nas árvores, montanhas, rios e animais. Nós somos Natureza. E ela tem valor intrínseco. Falamos de direitos humanos, mas também precisamos de falar dos direitos da Natureza. Os rios têm o direito de se manterem limpos, as florestas têm o direito a permanecer de pé.
- Quando tinha quatro ou cinco anos, a sua mãe disse-lhe para começar a andar e aprender com a Natureza. Para nós será demasiado tarde?
- Tal como a minha mãe me ensinou a andar na Natureza, gostaria que o mesmo acontecesse na nossa sociedade. Devemos educar as nossas crianças no amor pela Natureza, aprendendo na Natureza e não sobre a Natureza, com livros e computadores. Gostaria de ver os pais a levar os filhos para a Natureza e a deixá-los subir às árvores, escalar montanhas e nadar nos rios. Para as crianças não é tarde de mais, estão prontas para isso. Talvez para os adultos seja tarde, até porque têm medo da Natureza. Mas até eles podem descobrir que passariam a estar mais inspirados, teriam mais poesia, música e arte. A nossa sociedade está a tornar-se demasiado banal e prosaica.
- Toda a sua vida caminhou. Qual foi a viagem mais importante?
- A mais importante caminhada, da Índia para a América [de 1962 a 1965], foi inspirada pelo filósofo britânico Bertrand Russell, que protestou contra as armas nucleares. Quando tinha 90 anos foi preso por isso. Uma manhã, tinha eu 25 anos, estava a beber café numa esplanada com um amigo e disse-lhe: "Aqui está um homem que, aos 90 anos, vai para a prisão pela paz no mundo. O que estamos, nós, jovens, a fazer aqui sentados a beber café?". Isso foi a inspiração. Eu e o meu amigo fomos aconselhados a partir sem dinheiro porque a paz vem da confiança e a raiz da guerra é o medo. Se queremos paz temos de ter confiança nas pessoas, na Natureza, no universo. Durante dois anos e meio caminhei 13 mil quilómetros sem qualquer dinheiro.
- E como o conseguiu?
- Fiquei em casa de pessoas que ia conhecendo. Quando não tinha dinheiro dizia que era a minha oportunidade para fazer jejum. Se não tinha um tecto, era a oportunidade para dormir sob as estrelas. Antes de partir, na Índia, disseram-me: "Vais a pé, sem dinheiro, podes não regressar". E respondi: "Se morrer enquanto caminhar pela paz isso será a melhor morte que poderei ter". Assim caminhei pelo Paquistão, Afeganistão, Irão, Azerbaijão, Arménia, Geórgia, Rússia, Bielorrússia, Polónia, Alemanha, Bélgica. Em França apanhei um barco, apoiado pelos habitantes de uma pequena localidade, e fui até Inglaterra, onde conheci Bertrand Russell. Ele ajudou com os bilhetes de barco para Nova Iorque. Daí caminhámos até Washington, onde conhecemos Martin Luther King. Foi uma demonstração de que podemos viver sem dinheiro e fazer a paz connosco, com as pessoas e com a Natureza. Neste momento, a Humanidade está em guerra com a Natureza, estamos a destruí-la. E seremos perdedores se vencermos. A menos que façamos a paz com a Natureza não poderá haver paz na Humanidade.
- O que mais o preocupa?
- A minha maior preocupação é que a Humanidade não acorde a tempo de resolver os desafios. Talvez estejamos demasiado obcecados com os nossos padrões de vida, com a dívida, o dinheiro. A sociedade industrial tem lutado pelo crescimento económico a todo o custo. Mas também tenho esperança na Humanidade, num despertar de consciências. Cada vez mais jovens me dizem que temos de cuidar da Terra e que o crescimento económico não é suficiente, precisamos de bemestar. Se as pessoas não estão bem, de que serve o crescimento económico? É um bom começo. Até porque há abundância na Natureza. Quantas azeitonas dá uma oliveira? De uma única semente, lançada à terra centenas de anos antes, obtemos milhões de azeitonas. Isso é a abundância e generosidade da Natureza.
- O alerta para a crise do Ambiente tem mais de meio século. E hoje o problema está longe do fim. É uma mensagem difícil?
- As grandes mudanças constroem-se lentamente. Quanto tempo demorou o apartheid a acabar? Nelson Mandela esteve preso 27 anos. Mas o apartheid acabou. O mesmo se passa com os direitos humanos. Quando estive com Martin Luther King, em 1964, os negros não tinham direito ao voto. Hoje temos um homem negro na Casa Branca. E quanto tempo demorou o muro de Berlim a cair? Muito tempo, uma luta longa. Não sabíamos quando o muro iria cair, quando o apartheid iria acabar. Não precisamos de saber. Estamos a construir um movimento ambiental e o momento vai chegar.
- De que precisamos para ser felizes?
- Aprender uma única palavra: celebração. Temos de celebrar a vida, a Natureza, a abundância humana. As pessoas não são felizes porque não têm tempo para celebrar. Estão sempre ocupadas, vivem demasiado depressa. Os maridos não têm tempo para as mulheres e as mulheres não têm tempo para os maridos. Os pais não têm tempo para os filhos. As pessoas não têm tempo para celebrar a Natureza. É preciso abrandar para chegar mais longe, apreciar o que temos em vez de o ignorar e querer mais. Temos muita roupa no armário, mas ignoramo-la e vamos comprar mais. O mundo tem o suficiente para as necessidades das pessoas, mas não para a sua ganância, disse Mahatma Ghandi. O universo é um grande presente para nós todos.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Encuentro con la Vida
Nuestros problemas no se resuelven tratando de resolverlos afirma Krishnamurti en las reflexiones anteriores a su muerte en 1986. Mirar los problemas como uno podría mirar una piedra preciosa exquisitamente labrada conduce de hecho a una total liberación con respecto a aquello que ha causado la dificultad. Al esforzarnos por lograr una solución sólo conseguiremos aumentar la complejidad de cualquier problema. Si podemos apartarnos de la lucha y desprendernos del egoísmo que nos invade, entonces el dolor llega a su fin y nace el amor.
Jiddu Krishnamurti
1895-1986
Truth is a pathless land
www.jiddu-krishnamurti.net
Piezas Cortas, Preguntas y Respuestas, Pláticas.
Jiddu Krishnamurti
1895-1986
Truth is a pathless land
www.jiddu-krishnamurti.net
Piezas Cortas, Preguntas y Respuestas, Pláticas.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Curso de Iniciação ao Reiki Nível 1 - Shoden ou o Despertar do Guia Interior

Reiki Usui Shiki Ryoho Nível I - Shoden (O Despertar do Guia Interior)
Domingo: dia 24 de Julho 2011
Das: 10:00 hs às 18:30 hs
por: Filomena Santos
No Auditório do Metro do Alto dos Moinhos em Lisboa
Um método curativo de imposição das mãos, originário do Japão. Actua nos campos de energia do corpo para a limpeza e remoção de bloqueios emocionais, energias tóxicas e psíquicas que afectam o comportamento e o estado de ânimo da pessoa. Contribui para o bem-estar geral e promove uma sensação de profundo relaxamento e paz interior.
No final ficará apto a passar Reiki em si mesmo, noutras pessoas, animais, plantas e espaços.
Programa:
História do Reiki
O que é o Reiki
Libertação pessoal através da prática regular de Reiki
O Campo energético humano
A Iniciação
A Cura
Tratamentos
Reiki e Meditação
Sintonização com a energia Reiki
Prática Simulada
Marcações e informações: 966 542 706 ou 939 802 464
santos.filomena@gmail.com
Vestir roupa clara e confortável, trazer manta ou tapete de yoga, bloco e caneta.
Entrega de Manual de apoio e Certificado de Participação.
Investimento 100,00 €
(Nota: Aos que queiram repetir o Shoden mantém-se a redução em 50% do valor.)
Para confirmar a sua inscrição no Curso preciso que me indique por favor o seu número de contacto (telemóvel e/ou casa).
Poderá efectuar o pagamento por transferência bancária para o NIB 0010 0000 3822 08 0000 112 (neste caso deverá guardar o talão comprovativo) ou então no próprio dia.
Espero poder contar consigo e
Ao seu dispor para qualquer informação adicional,
Cumprimentos
Filomena Santos
tlm. 96 654 27 06 / 93 980 24 64
Bondade, suficiência e modéstia são o carisma do homem cósmico.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Amai-vos um ao outro
" Amai-vos um ao outro, mas não façam do amor um elo:
Deixem-no antes ser um mar que se move entre as praias das vossas almas.
Encham a taça um do outro mas não bebam só de uma taça.
Dêem do vosso pão um ao outro mas não comam do mesmo pão.
Cantem e dancem juntos e alegrem-se, mas deixem que cada um esteja só,
Tal como as cordas duma harpa estão sós embora vibrem com a mesma música.
Dêem os vossos corações, mas não para que cada um o guarde.
Porque só a mão da Vida pode conter os vossos corações.
E mantenham-se juntos mas não demasiado próximos:
Porque os pilares do templo estão afastados,
E o carvalho e o cipreste não crescem na sombra um do outro"
Kahlil Gibran
Deixem-no antes ser um mar que se move entre as praias das vossas almas.
Encham a taça um do outro mas não bebam só de uma taça.
Dêem do vosso pão um ao outro mas não comam do mesmo pão.
Cantem e dancem juntos e alegrem-se, mas deixem que cada um esteja só,
Tal como as cordas duma harpa estão sós embora vibrem com a mesma música.
Dêem os vossos corações, mas não para que cada um o guarde.
Porque só a mão da Vida pode conter os vossos corações.
E mantenham-se juntos mas não demasiado próximos:
Porque os pilares do templo estão afastados,
E o carvalho e o cipreste não crescem na sombra um do outro"
Kahlil Gibran
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Alguns ensinamentos de Omraam Mikhael Aivanhov sobre o Sol:
O SOL NA VIDA QUOTIDIANA: Não existe nenhum caso, em todos os domínios da vida, que o SOL não possa resolver. ..”HÁ QUE CHAMAR O SOL”
Desejais uma filosofia muito profunda, mas procurai-la nos livros e por isso continuais a viver nas incertezas. Não chamais o Sol. Ora, há que chamá-lo, dizer-lhe: “Oh meu SOL, vem ajudar-me, que interiormente tenho sido bastante palerma.” E Ele virá, lançará sobre vós uma luz e tudo se esclarecerá.
Quando algo vos estorva – um pensamento, um desejo ou qualquer outra coisa -, acendei dentro de vós, por toda a parte, uma “lâmpada”, e dizei: “ SOL meu, vem socorrer-me, há por aqui ladrões.” Quando uma pessoa tem o Sol em Si, vibra ; não se vê mas sente-se…o bem, a honestidade, etc.., são outros termo para dizer o que acabo de explicar-vos.
Se fordes uma mulher e andardes na rua, pedi ao SOL para vos acompanhar, para vos preservar dos perigos; Ele virá iluminar-vos, proteger-vos.
Eis um exercício que se pode fazer quando se anda na rua, por exemplo; tendes medo de que alguém vos persiga de noite: chamai o SOL; Ele virá, acompanhar-vos-á, e vereis que todos os malfeitores terão medo. Os espíritos que acompanham os criminosos sentirão o SOL, não os próprios criminosos.
E quando ides visitar alguém, em vez de começar a enviar-lhe, à distancia, pensamentos negativos, enviai-lhe o sol, convidai o sol a ir visitar essa pessoa antes de vós.
Como podereis vós convidar o sol a “tomar” o pequeno almoço convosco? Pois preparai tudo o que é necessário e pensai que ele irá.
Ele nasce, ergue-se como rei do mundo, e vereis que ao comer sentireis a sua presença sob a forma de alegria e de leveza.
Se tiverdes reumatismo, ou uma ferida, ou escrófulas, hipocondria, etc. há que expor-se ao Sol, conscientemente, falando-lhe, e o Sol porá um bálsamo nas feridas, depois um penso, isto é, a crosta sob a qual o mal se cura. O Sol porá até um bálsamo nas feridas, depois um penso, isto é, a crosta sob o qual se cura. O Sol fará até uma operação se for necessário. Se tiverdes um tumor que esteja a minar-vos, o Sol dissolvê-lo-á. Ele é o GRANDE MEDICO UNIVERSAL… não existe maior cirurgião do que o SOL: Ele Sara e Cura. CHAMAI-O!
Mas também pode ser perigoso, pelo que há que saber expor-se aos seus raios. Podemos expor-nos completamente nus, mas protegendo sempre a cabeça. E mais vale, ainda, envergar uma roupa muito leve ou feita de folhas, sob a qual se transpire; para tomar um banho de sol desta natureza há que escolher um local que esteja ao abrigo do frio, do vento e das correntes de ar. Por outro lado, as horas favoráveis são as da manhã, antes das 11 horas (para o banho do Sol).
O SOL NA VIDA FAMILIAR E COLECTIVA De igual modo, uma família pode formar um Sol no seu centro e, assim, será como se houvesse uma poderosa lâmpada ao centro das diferentes partes da casa.
Portanto, a primeira coisa a fazer é instalar um pequeno Sol no seio da família, para que ela seja iluminada. Para tal utiliza-se o pensamento. Imagina-se que no centro da fmilia existe uma luz que ilumina dia e noite. Cabeà mãe instalar este Sol, porque ela sabe fazê-lo, ao passo que os outros o ignoram. No entanto, por vezes, é o pai que estará preparadonesta matéria.
Se, numa família, uma mulher que anda sempre em disputas com o marido chama os amigos para estes a apoiarem, pode dar-se o caso de os seus amigos acharem que o marido é melhor do que ela.Mas se, pelo contrário, a mulher chama o Sol, o marido acha-la-á encantadora e tão bela que se interrogará acerca do motivo por que ainda não tinha reparado nisso.
Quando no seio da família surgem as querelas e as dificuldades, por razão não se chama o SOL? Porque é que não se instala o Sol no Centro da Familia? Em seguida, tudo deslizará sobre rodas, toadas as dificuldades desaparecerão, porque o Sol impede os ladrões de entrar. Portanto, para barrar o caminho dos ladrões, há que instalar uma “lâmpada”, há que instalar a Luz: O SOL.
E deve-se fazer o mesmo em relação à sociedade. Instalar um Sol no seio de uma aldeia, uma vila, de uma cidade, de um país, de uma raça…e de toda a Humanidade.
Todas as pessoas podem fazer este exercício de concentração no Sol luminoso que espalha a luz por todo o mundo e situá-lo, através do pensamento, onde houver necessidade.
O SOL NO TRABALHO INDIVIDUAL E DE GRUPO Naquilo que nos diz respeito, basta-nos iluminar a nossa família interior, a nossa própria humanidade; assim como devemos fazê-lo relativamente à família exterior, do mesmo modo se deve proceder em relação à família interior dentro de nós próprios.
Fazei o exercício que consiste em instalar e acender lâmpadas dentro de vós, por toda a parte. Quando algo vos estorva – um pensamento, um desejo ou qualquer outra coisa – acendei lâmpadas por toda a parte. Dizei: “O SOL meu vem socorrer-me, há por aqui ladrões.”
Quando se está reunido em grupo, pode-se formar a imagem de um Sol no centro do grupo. Quando conseguirdes ver o Sol no centro do vosso grupo, quando conseguirdes fazer este trabalho com muita força, podeis fazer um outro que consiste no seguinte: se alguém está doente, colocai a pessoa no meio do grupo e formai a imagem do Sol..veres os efeitos que produz.
Pode-se, até, imaginar que o Sol se encontra quer na cabeça, quer no peito, e manter a imagem irradiante do Sol nesse locais. Deste modo, seja qual for a circunstância, podemos passear o Sol em nós.
Se, devido ao facto de se viver num local sombrio, ou por qualquer outra razão, nõ se puder ver e respirar o Sol ou se não se puder ir assistir ao nascer do sol, podemos pensar no SOL, na sua Luz, e imaginar as diferentes cores do espectro, mergulhar nelas, impregnar-nos delas. Isso basta para quem não puder ver fisicamente a luz.
Aliás, devemos pensar no Sol com muita frequência, pensar nas suas cores, pensar no seu nascer. Imaginai o astro surgindo no horizonte, vermelho, depois laranja, num grande esplendor. Trata-se de um exercício importante que pode substituir o nascer do Sol físico para quem não possa ir lá assistir, se essas pessoas souberem concentrar-se com força.
Para os verdadeiros discípulos, existem sempre meios.
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Ensinamentos retirados da internet:
O nascer do sol e o despertar da consciência
« Vós ides meditar de manhã ao nascer do sol, mas este exercício não vos trará grande coisa se não vos preparardes para ele logo desde a véspera. E, sobretudo, quando começais a caminhar para ir ao encontro da aurora deveis ter bem presente na vossa cabeça e no vosso coração a convicção de que ides não só assistir, mas também participar nesse acontecimento formidável que ocorre no Universo.
O que há de mais belo e mais essencial do que o nascimento do dia?
Vós direis que a vossa presença não mudará nada nisso, pois o sol nascerá quer estejais lá, quer não. É certo, o sol não precisa de vós para nascer.
Mas para vós é que é importante, pois existe uma relação entre os acontecimentos da Natureza e os da vossa vida interior. Quando souberdes como olhar o sol nascente, no instante em que surge o primeiro raio sentireis todas as forças puras e luminosas que entram em acção e compreendereis como é importante trabalhar com elas para que o dia nasça também na vossa consciência. »
Omraam Mikhael Aivanhov
________________________________________________________________________
O nascer do sol, fonte de alimentação
« Está escrito no ZendAvesta que, quando Zaratustra perguntou ao deus Ahura Mazda como se alimentava o primeiro homem, este respondeu-lhe:
"Ele comia fogo e bebia luz."
Então, porque é que também nós não havemos de aprender a comer fogo e a beber luz para voltarmos à perfeição do primeiro homem?
Vós direis que isso não é possível. Sim, é possível.
Vós estais ao nascer do sol: esperais pelo primeiro raio permanecendo vigilantes, atentos... Assim que esse primeiro raio aparece, pensai que o absorveis, que o engolis. Em vez de apenas olhardes para o sol, vós bebei-lo, comei-lo, e imaginais que essa luz que é viva se propaga em todas as células dos vossos órgãos e as purifica, as reforça, as vivifica. Não só este exercício vos ajuda a concentrardes-vos, mas também vós sentis todo o vosso ser estremecer e iluminar-se, porque vós conseguis absorver verdadeiramente a luz.... »
Omraam Mikhael Aivanhov
***
« Na Grécia chamam-lhe a ambrósia, na Índia o soma, os alquimistas chamam-lhe o elixir da vida imortal... Todas as culturas mencionaram a existência de uma bebida de imortalidade e dizem como prepará-la.
Na realidade, essa bebida existe na Natureza, mas, evidentemente, não é em qualquer lugar, ela só pode ser encontrada nas regiões mais subtis, mais puras, e em certos momentos particulares, como o nascer do sol.
O nascer do sol é o momento mais favorável do dia para beber essa ambrósia que o sol distribui por todo o Universo e cujas partículas são recolhidas por todas as criaturas vivas, pelos rochedos, pelas plantas, pelos animais e pelos os humanos. A verdadeira bebida da imortalidade é a luz, e ao nascer do sol vós podeis captar essa luz para com ela alimentar os vossos corpos subtis. »
___________________________________________________________________________
Omraam Mikhael Aivanhov
***
« Na mitologia, a Fénix é a ave da Arábia que, periodicamente, se colocava numa fogueira de plantas aromáticas, lançava fogo a ela própria, se consumia e depois renascia das suas cinzas. Por isso é que ela se tornou o símbolo dos seres mais evoluídos que, conhecendo as leis da vida imortal, são capazes de se renovar incessantemente. Esses seres tomaram como modelo o sol.
Todos aqueles que aspiram à vida imortal, que é a verdadeira vida espiritual e não um prolongamento sem fim da vida física, devem ir junto do sol. Só o sol pode ensinar-lhes quais são os elementos que dão a imortalidade e que trabalho se pode fazer com eles. Esses elementos são três: a luz, o calor e a vida. O sol não pára de distribui-los através do espaço como expressão da luz, do calor e da vida divinos.
No dia em que compreenderdes esta verdade e vos preparardes para assistir ao nascer do sol como um acontecimento que ultrapassa todos os outros bebereis o sol, alimentar-vos-eis do sol e tornar-vos-eis imortais, porque sabereis renovar-vos. »
_________________________________________________________________________
Omraam Mikhael Aivanhov
***
O sol, espírito vivente
« Vós dizeis que amais o sol, que necessitais dele. Mas quando é que ides vê-lo e expor-vos aos seus raios?...
É de manhã cedo, quando ele nasce, que podeis descobrir o sol em todo o seu esplendor, em todo o seu significado.
Para assistirdes ao nascer do sol nas melhores condições, pensai em preparar-vos na véspera: fazer uma refeição ligeira, ir para a cama cedo, mas também não vos envolverdes em ocupações ou discussões que continuarão a perseguir-vos no dia seguinte mesmo sem quererdes.
Quando souberdes olhar o sol com um pensamento liberto, livre, sentireis que entrais em contacto com ele, com o seu espírito, e que absorveis os seus raios como outros tantos germes de vida. Quando começardes a respirar e a beber a vida do sol, tudo muda: a vossa alma abre-se, uma fonte jorra, vós impregnais-vos do esplendor da aurora. Algo da pura luz na qual vos banhais penetra-vos pouco a pouco e vós desejais espalhar por toda a parte essas bênçãos para que todos os seres experimentem essa mesma felicidade. »
Omraam Mikhael Aivanhov
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***
« O sol projecta partículas de uma grande pureza por todo o espaço. E se vós souberdes como concentrar-vos nele, conseguireis eliminar do vosso organismo toda a espécie de matérias já gastas para as substituir por essas partículas novas, vivas, luminosas.
Eis um exercício extremamente útil que podeis fazer de manhã quando meditais no nascer do sol: com todo o vosso coração, toda a vossa alma, tentai captar essas partículas divinas e colocá-las em vós; deste modo, pouco a pouco renovareis a matéria do vosso ser, pensareis e agireis como um filho de Deus, graças ao sol. »
Omraam Mikhael Aivanhov
_________________________________________________________________
*
Tudo está no Sol: a saúde, a riqueza e a felicidade da humanidade.
*O sol é a imagem mais perfeita de Deus. Mas, apesar desta perfeição, ele é só uma forma, e é preciso ir mais longe para procurar Deus além dessa forma.
Deus deve sempre ser procurado para além das formas.
Sendo assim, ao olhar o sol, esforçai-vos por sentir que estais perante o melhor representante de Deus que tendes na face da terra. Esta sensação contribuirá para elevar todas as vibrações do vosso ser. Todos os elementos, em vós, serão exaltados, sereis projectados para as regiões superiores do espaço e mesmo a noção de tempo será abolida. Vivereis na eternidade, como Deus. »
Omraam Mikhael Aivanhov
________________________________________________________________
***
« Quando olhais o sol, centro do nosso sistema solar, procurai reencontrar o centro em vós, o vosso espírito, que é omnipotência, sabedoria, omnisciência, amor universal, e aproximai-vos dele em cada dia. Enquanto permanecerdes separados do centro, sereis sempre atirados de um lado para o outro como uma bola, estareis à mercê das correntes mais desordenadas e contraditórias. Vós dir-me-eis, evidentemente, que as tarefas da vida quotidiana vos obrigam a deixar o centro para prosseguir as vossas actividades na periferia. Sim, há que afastar-se do centro, uma vez que é necessário, mas isso não significa que se deve cortar a ligação com ele. Pelo contrário, quanto mais actividades se tem no mundo (a periferia), mais se deve reforçar a ligação com o centro, com o Espírito, pois é deste centro que nós recebemos a energia, a luz e a paz de que necessitamos para levar a bom porto todos os nossos empreendimentos. »
Omraam Mikhael Aivanhov
_________________________________________________________________________
O discípulo da Fraternidade Branca Universal não pode ter horizontes estreitos, não pode ficar limitado, deve desenvolver-se em todos os domínios. Deve agir com um desinteresse absoluto: eis o Karma-yoga. Deve procurar Deus, amá-lo e adorá-lo: eis o Bhakti-yoga. Deve meditar, deve concentrar-se para conseguir dominar-se e governar o imenso povo que são as suas células- é o Radja-yoga. Quando está sentado em meditação ou executa os movimentos da nossa ginástica ou os da paneuritmia, isso é, se quisermos, Hatha-yoga! ele projecta luz e cores, rodeia-se de uma aura luminosa: eis o Kriya-yoga. Concentra-se no fogo e dá-lhe a possibilidade de queimar todas as impurezas que nele existem - é o Agni-yoga. Procura incessantemente ser ''mestre do seu verbo'', quer dizer, não pronunciar palavras negativas que podem introduzir a dúvida ou o desalento nos outros, e, pelo contrário, faz esforços para se tornar um creador da nova vida: eis o Chabda-yoga. Finalmente, concentra-se no Sol, ama-o, procura-o, considera-o como uma porta aberta para o Céu, como a manifestação do Cristo, o representante de Deus, e isso é o Surya-yoga. O discípulo que o pratica não rejeita nenhum dos outros yogas, pelo contrário, e torna-se um ser completo, vive na plenitude.
*
Esta parte de nós mesmos , esta entidade que habita no Sol, é o nosso Eu Superior. O nosso Eu Superior não habita no nosso corpo físico, senão ele realizaria aí prodígios. Somente de tempos a tempos vem tomar contacto com nosso cérebro, mas como este não está ainda preparado para pôr-se em uníssono com ele, nem tão pouco para suportar as suas vibrações, o Eu Superior não pode manifestar-se. O Eu Superior trabalha o cérebro, e no dia em que este estiver capaz de abrigá-lo, ele instalar-se-á no homem.
*
O nosso Eu Superior é o próprio Deus, uma parte de Deus; é por isso que nas regiões superiores nós somos o próprio Deus, porque fora de Deus nada existe. Deus manifesta-se através da criação e das criaturas, e nós somos, portanto, uma parcela d'Ele, não existimos separados d'Ele. A verdadeira ilusão é a de nos julgarmos separados.
--
recolhido por João Silva (grata!)
Desejais uma filosofia muito profunda, mas procurai-la nos livros e por isso continuais a viver nas incertezas. Não chamais o Sol. Ora, há que chamá-lo, dizer-lhe: “Oh meu SOL, vem ajudar-me, que interiormente tenho sido bastante palerma.” E Ele virá, lançará sobre vós uma luz e tudo se esclarecerá.
Quando algo vos estorva – um pensamento, um desejo ou qualquer outra coisa -, acendei dentro de vós, por toda a parte, uma “lâmpada”, e dizei: “ SOL meu, vem socorrer-me, há por aqui ladrões.” Quando uma pessoa tem o Sol em Si, vibra ; não se vê mas sente-se…o bem, a honestidade, etc.., são outros termo para dizer o que acabo de explicar-vos.
Se fordes uma mulher e andardes na rua, pedi ao SOL para vos acompanhar, para vos preservar dos perigos; Ele virá iluminar-vos, proteger-vos.
Eis um exercício que se pode fazer quando se anda na rua, por exemplo; tendes medo de que alguém vos persiga de noite: chamai o SOL; Ele virá, acompanhar-vos-á, e vereis que todos os malfeitores terão medo. Os espíritos que acompanham os criminosos sentirão o SOL, não os próprios criminosos.
E quando ides visitar alguém, em vez de começar a enviar-lhe, à distancia, pensamentos negativos, enviai-lhe o sol, convidai o sol a ir visitar essa pessoa antes de vós.
Como podereis vós convidar o sol a “tomar” o pequeno almoço convosco? Pois preparai tudo o que é necessário e pensai que ele irá.
Ele nasce, ergue-se como rei do mundo, e vereis que ao comer sentireis a sua presença sob a forma de alegria e de leveza.
Se tiverdes reumatismo, ou uma ferida, ou escrófulas, hipocondria, etc. há que expor-se ao Sol, conscientemente, falando-lhe, e o Sol porá um bálsamo nas feridas, depois um penso, isto é, a crosta sob a qual o mal se cura. O Sol porá até um bálsamo nas feridas, depois um penso, isto é, a crosta sob o qual se cura. O Sol fará até uma operação se for necessário. Se tiverdes um tumor que esteja a minar-vos, o Sol dissolvê-lo-á. Ele é o GRANDE MEDICO UNIVERSAL… não existe maior cirurgião do que o SOL: Ele Sara e Cura. CHAMAI-O!
Mas também pode ser perigoso, pelo que há que saber expor-se aos seus raios. Podemos expor-nos completamente nus, mas protegendo sempre a cabeça. E mais vale, ainda, envergar uma roupa muito leve ou feita de folhas, sob a qual se transpire; para tomar um banho de sol desta natureza há que escolher um local que esteja ao abrigo do frio, do vento e das correntes de ar. Por outro lado, as horas favoráveis são as da manhã, antes das 11 horas (para o banho do Sol).
O SOL NA VIDA FAMILIAR E COLECTIVA De igual modo, uma família pode formar um Sol no seu centro e, assim, será como se houvesse uma poderosa lâmpada ao centro das diferentes partes da casa.
Portanto, a primeira coisa a fazer é instalar um pequeno Sol no seio da família, para que ela seja iluminada. Para tal utiliza-se o pensamento. Imagina-se que no centro da fmilia existe uma luz que ilumina dia e noite. Cabeà mãe instalar este Sol, porque ela sabe fazê-lo, ao passo que os outros o ignoram. No entanto, por vezes, é o pai que estará preparadonesta matéria.
Se, numa família, uma mulher que anda sempre em disputas com o marido chama os amigos para estes a apoiarem, pode dar-se o caso de os seus amigos acharem que o marido é melhor do que ela.Mas se, pelo contrário, a mulher chama o Sol, o marido acha-la-á encantadora e tão bela que se interrogará acerca do motivo por que ainda não tinha reparado nisso.
Quando no seio da família surgem as querelas e as dificuldades, por razão não se chama o SOL? Porque é que não se instala o Sol no Centro da Familia? Em seguida, tudo deslizará sobre rodas, toadas as dificuldades desaparecerão, porque o Sol impede os ladrões de entrar. Portanto, para barrar o caminho dos ladrões, há que instalar uma “lâmpada”, há que instalar a Luz: O SOL.
E deve-se fazer o mesmo em relação à sociedade. Instalar um Sol no seio de uma aldeia, uma vila, de uma cidade, de um país, de uma raça…e de toda a Humanidade.
Todas as pessoas podem fazer este exercício de concentração no Sol luminoso que espalha a luz por todo o mundo e situá-lo, através do pensamento, onde houver necessidade.
O SOL NO TRABALHO INDIVIDUAL E DE GRUPO Naquilo que nos diz respeito, basta-nos iluminar a nossa família interior, a nossa própria humanidade; assim como devemos fazê-lo relativamente à família exterior, do mesmo modo se deve proceder em relação à família interior dentro de nós próprios.
Fazei o exercício que consiste em instalar e acender lâmpadas dentro de vós, por toda a parte. Quando algo vos estorva – um pensamento, um desejo ou qualquer outra coisa – acendei lâmpadas por toda a parte. Dizei: “O SOL meu vem socorrer-me, há por aqui ladrões.”
Quando se está reunido em grupo, pode-se formar a imagem de um Sol no centro do grupo. Quando conseguirdes ver o Sol no centro do vosso grupo, quando conseguirdes fazer este trabalho com muita força, podeis fazer um outro que consiste no seguinte: se alguém está doente, colocai a pessoa no meio do grupo e formai a imagem do Sol..veres os efeitos que produz.
Pode-se, até, imaginar que o Sol se encontra quer na cabeça, quer no peito, e manter a imagem irradiante do Sol nesse locais. Deste modo, seja qual for a circunstância, podemos passear o Sol em nós.
Se, devido ao facto de se viver num local sombrio, ou por qualquer outra razão, nõ se puder ver e respirar o Sol ou se não se puder ir assistir ao nascer do sol, podemos pensar no SOL, na sua Luz, e imaginar as diferentes cores do espectro, mergulhar nelas, impregnar-nos delas. Isso basta para quem não puder ver fisicamente a luz.
Aliás, devemos pensar no Sol com muita frequência, pensar nas suas cores, pensar no seu nascer. Imaginai o astro surgindo no horizonte, vermelho, depois laranja, num grande esplendor. Trata-se de um exercício importante que pode substituir o nascer do Sol físico para quem não possa ir lá assistir, se essas pessoas souberem concentrar-se com força.
Para os verdadeiros discípulos, existem sempre meios.
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Ensinamentos retirados da internet:
O nascer do sol e o despertar da consciência
« Vós ides meditar de manhã ao nascer do sol, mas este exercício não vos trará grande coisa se não vos preparardes para ele logo desde a véspera. E, sobretudo, quando começais a caminhar para ir ao encontro da aurora deveis ter bem presente na vossa cabeça e no vosso coração a convicção de que ides não só assistir, mas também participar nesse acontecimento formidável que ocorre no Universo.
O que há de mais belo e mais essencial do que o nascimento do dia?
Vós direis que a vossa presença não mudará nada nisso, pois o sol nascerá quer estejais lá, quer não. É certo, o sol não precisa de vós para nascer.
Mas para vós é que é importante, pois existe uma relação entre os acontecimentos da Natureza e os da vossa vida interior. Quando souberdes como olhar o sol nascente, no instante em que surge o primeiro raio sentireis todas as forças puras e luminosas que entram em acção e compreendereis como é importante trabalhar com elas para que o dia nasça também na vossa consciência. »
Omraam Mikhael Aivanhov
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O nascer do sol, fonte de alimentação
« Está escrito no ZendAvesta que, quando Zaratustra perguntou ao deus Ahura Mazda como se alimentava o primeiro homem, este respondeu-lhe:
"Ele comia fogo e bebia luz."
Então, porque é que também nós não havemos de aprender a comer fogo e a beber luz para voltarmos à perfeição do primeiro homem?
Vós direis que isso não é possível. Sim, é possível.
Vós estais ao nascer do sol: esperais pelo primeiro raio permanecendo vigilantes, atentos... Assim que esse primeiro raio aparece, pensai que o absorveis, que o engolis. Em vez de apenas olhardes para o sol, vós bebei-lo, comei-lo, e imaginais que essa luz que é viva se propaga em todas as células dos vossos órgãos e as purifica, as reforça, as vivifica. Não só este exercício vos ajuda a concentrardes-vos, mas também vós sentis todo o vosso ser estremecer e iluminar-se, porque vós conseguis absorver verdadeiramente a luz.... »
Omraam Mikhael Aivanhov
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« Na Grécia chamam-lhe a ambrósia, na Índia o soma, os alquimistas chamam-lhe o elixir da vida imortal... Todas as culturas mencionaram a existência de uma bebida de imortalidade e dizem como prepará-la.
Na realidade, essa bebida existe na Natureza, mas, evidentemente, não é em qualquer lugar, ela só pode ser encontrada nas regiões mais subtis, mais puras, e em certos momentos particulares, como o nascer do sol.
O nascer do sol é o momento mais favorável do dia para beber essa ambrósia que o sol distribui por todo o Universo e cujas partículas são recolhidas por todas as criaturas vivas, pelos rochedos, pelas plantas, pelos animais e pelos os humanos. A verdadeira bebida da imortalidade é a luz, e ao nascer do sol vós podeis captar essa luz para com ela alimentar os vossos corpos subtis. »
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Omraam Mikhael Aivanhov
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« Na mitologia, a Fénix é a ave da Arábia que, periodicamente, se colocava numa fogueira de plantas aromáticas, lançava fogo a ela própria, se consumia e depois renascia das suas cinzas. Por isso é que ela se tornou o símbolo dos seres mais evoluídos que, conhecendo as leis da vida imortal, são capazes de se renovar incessantemente. Esses seres tomaram como modelo o sol.
Todos aqueles que aspiram à vida imortal, que é a verdadeira vida espiritual e não um prolongamento sem fim da vida física, devem ir junto do sol. Só o sol pode ensinar-lhes quais são os elementos que dão a imortalidade e que trabalho se pode fazer com eles. Esses elementos são três: a luz, o calor e a vida. O sol não pára de distribui-los através do espaço como expressão da luz, do calor e da vida divinos.
No dia em que compreenderdes esta verdade e vos preparardes para assistir ao nascer do sol como um acontecimento que ultrapassa todos os outros bebereis o sol, alimentar-vos-eis do sol e tornar-vos-eis imortais, porque sabereis renovar-vos. »
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Omraam Mikhael Aivanhov
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O sol, espírito vivente
« Vós dizeis que amais o sol, que necessitais dele. Mas quando é que ides vê-lo e expor-vos aos seus raios?...
É de manhã cedo, quando ele nasce, que podeis descobrir o sol em todo o seu esplendor, em todo o seu significado.
Para assistirdes ao nascer do sol nas melhores condições, pensai em preparar-vos na véspera: fazer uma refeição ligeira, ir para a cama cedo, mas também não vos envolverdes em ocupações ou discussões que continuarão a perseguir-vos no dia seguinte mesmo sem quererdes.
Quando souberdes olhar o sol com um pensamento liberto, livre, sentireis que entrais em contacto com ele, com o seu espírito, e que absorveis os seus raios como outros tantos germes de vida. Quando começardes a respirar e a beber a vida do sol, tudo muda: a vossa alma abre-se, uma fonte jorra, vós impregnais-vos do esplendor da aurora. Algo da pura luz na qual vos banhais penetra-vos pouco a pouco e vós desejais espalhar por toda a parte essas bênçãos para que todos os seres experimentem essa mesma felicidade. »
Omraam Mikhael Aivanhov
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« O sol projecta partículas de uma grande pureza por todo o espaço. E se vós souberdes como concentrar-vos nele, conseguireis eliminar do vosso organismo toda a espécie de matérias já gastas para as substituir por essas partículas novas, vivas, luminosas.
Eis um exercício extremamente útil que podeis fazer de manhã quando meditais no nascer do sol: com todo o vosso coração, toda a vossa alma, tentai captar essas partículas divinas e colocá-las em vós; deste modo, pouco a pouco renovareis a matéria do vosso ser, pensareis e agireis como um filho de Deus, graças ao sol. »
Omraam Mikhael Aivanhov
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Tudo está no Sol: a saúde, a riqueza e a felicidade da humanidade.
*O sol é a imagem mais perfeita de Deus. Mas, apesar desta perfeição, ele é só uma forma, e é preciso ir mais longe para procurar Deus além dessa forma.
Deus deve sempre ser procurado para além das formas.
Sendo assim, ao olhar o sol, esforçai-vos por sentir que estais perante o melhor representante de Deus que tendes na face da terra. Esta sensação contribuirá para elevar todas as vibrações do vosso ser. Todos os elementos, em vós, serão exaltados, sereis projectados para as regiões superiores do espaço e mesmo a noção de tempo será abolida. Vivereis na eternidade, como Deus. »
Omraam Mikhael Aivanhov
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« Quando olhais o sol, centro do nosso sistema solar, procurai reencontrar o centro em vós, o vosso espírito, que é omnipotência, sabedoria, omnisciência, amor universal, e aproximai-vos dele em cada dia. Enquanto permanecerdes separados do centro, sereis sempre atirados de um lado para o outro como uma bola, estareis à mercê das correntes mais desordenadas e contraditórias. Vós dir-me-eis, evidentemente, que as tarefas da vida quotidiana vos obrigam a deixar o centro para prosseguir as vossas actividades na periferia. Sim, há que afastar-se do centro, uma vez que é necessário, mas isso não significa que se deve cortar a ligação com ele. Pelo contrário, quanto mais actividades se tem no mundo (a periferia), mais se deve reforçar a ligação com o centro, com o Espírito, pois é deste centro que nós recebemos a energia, a luz e a paz de que necessitamos para levar a bom porto todos os nossos empreendimentos. »
Omraam Mikhael Aivanhov
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O discípulo da Fraternidade Branca Universal não pode ter horizontes estreitos, não pode ficar limitado, deve desenvolver-se em todos os domínios. Deve agir com um desinteresse absoluto: eis o Karma-yoga. Deve procurar Deus, amá-lo e adorá-lo: eis o Bhakti-yoga. Deve meditar, deve concentrar-se para conseguir dominar-se e governar o imenso povo que são as suas células- é o Radja-yoga. Quando está sentado em meditação ou executa os movimentos da nossa ginástica ou os da paneuritmia, isso é, se quisermos, Hatha-yoga! ele projecta luz e cores, rodeia-se de uma aura luminosa: eis o Kriya-yoga. Concentra-se no fogo e dá-lhe a possibilidade de queimar todas as impurezas que nele existem - é o Agni-yoga. Procura incessantemente ser ''mestre do seu verbo'', quer dizer, não pronunciar palavras negativas que podem introduzir a dúvida ou o desalento nos outros, e, pelo contrário, faz esforços para se tornar um creador da nova vida: eis o Chabda-yoga. Finalmente, concentra-se no Sol, ama-o, procura-o, considera-o como uma porta aberta para o Céu, como a manifestação do Cristo, o representante de Deus, e isso é o Surya-yoga. O discípulo que o pratica não rejeita nenhum dos outros yogas, pelo contrário, e torna-se um ser completo, vive na plenitude.
*
Esta parte de nós mesmos , esta entidade que habita no Sol, é o nosso Eu Superior. O nosso Eu Superior não habita no nosso corpo físico, senão ele realizaria aí prodígios. Somente de tempos a tempos vem tomar contacto com nosso cérebro, mas como este não está ainda preparado para pôr-se em uníssono com ele, nem tão pouco para suportar as suas vibrações, o Eu Superior não pode manifestar-se. O Eu Superior trabalha o cérebro, e no dia em que este estiver capaz de abrigá-lo, ele instalar-se-á no homem.
*
O nosso Eu Superior é o próprio Deus, uma parte de Deus; é por isso que nas regiões superiores nós somos o próprio Deus, porque fora de Deus nada existe. Deus manifesta-se através da criação e das criaturas, e nós somos, portanto, uma parcela d'Ele, não existimos separados d'Ele. A verdadeira ilusão é a de nos julgarmos separados.
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recolhido por João Silva (grata!)
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Geleia Real
A geleia real é uma secreção produzida pelas glândulas epifaríngeas das abelhas, com 12 dias de idade.
É um semilíquido branco–amarelado, ácido e de odor fenolato. Este leite de abelhas é o alimento de todas as larvas nos três primeiros dias de vida e é o alimento exclusivo da rainha durante toda a sua vida.
Graças a este extraordinário alimento, as rainhas vivem entre 4 a 6 anos, pondo diariamente de 1000 a 3000 ovos, enquanto que as abelhas não alimentadas com geleia real vivem de 40 a 120 dias, e o seu aparelho reprodutor é muito rudimentar não servindo para a reprodução.
A geleia real pelo seu equilibrado conjunto de vitaminas, minerais e elementos vitais imponderáveis, desempenha um papel decisivo os processos de renovação celular.
A geleia real contém, pelo menos, 15 sais minerais diferentes que desempenham funções catalisadores no metabolismo e acção das vitaminas, tais como:
-manganésio, cálcio, cloro, sódio, potássio, enxofre, fósforo, alumínio, magnésio, silício, ferro, cobre, zinco, cobalto e estrôncio.
Todos estes elementos são indispensáveis ao organismo humano.
Nesta maravilha da natureza as crianças encontram o melhor dos fortificantes naturais, os enfermos e os idoso a força que os abandona, os deprimidos, os neurasténicos e os ‘sempre cansados’ uma energia e uma euforia incríveis (D. Casabellas, Texas).
Podemos enumerar alguns dos benefícios da geleia real:
- arteriosclerose, especialmente cerebral
- Úlceras externas e do aparelho digestivo
- Espasmos do estômago
- Grávidas e lactentes
- Actua sobre a pele renovando e tonificando os tecidos
- Anemia, asma bronquial e cardíaca
- Artrites reumáticas
- Actua na longevidade do homem
- Diminui de forma espantosa o colesterol
Doses:
É recomendável 30g de geleia real como tratamento e depois descansar durante 1 mês.
Colocar aproximadamente 1 grama diária numa colher debaixo da língua, as glândulas sublinguais absorvem-na rapidamente. É um tratamento de choque e muito recomendado para um organismo que necessite fazer um grande esforço, ou com esgotamento tanto físico como intelectual. (Prof. Luís Garcia)
Outro tratamento menos intenso será tomar 15 gramas (1 grama diária) durante 20 ou 30 dias e descansar de 8 a 10 dias e tomar as 15 gramas restantes.
Pode ainda ser tomada com mel.:
- 30g de geleia real misturada com 200g de mel, (misturar bem) e tomar 1 colher de chá por dia.
É um semilíquido branco–amarelado, ácido e de odor fenolato. Este leite de abelhas é o alimento de todas as larvas nos três primeiros dias de vida e é o alimento exclusivo da rainha durante toda a sua vida.
Graças a este extraordinário alimento, as rainhas vivem entre 4 a 6 anos, pondo diariamente de 1000 a 3000 ovos, enquanto que as abelhas não alimentadas com geleia real vivem de 40 a 120 dias, e o seu aparelho reprodutor é muito rudimentar não servindo para a reprodução.
A geleia real pelo seu equilibrado conjunto de vitaminas, minerais e elementos vitais imponderáveis, desempenha um papel decisivo os processos de renovação celular.
A geleia real contém, pelo menos, 15 sais minerais diferentes que desempenham funções catalisadores no metabolismo e acção das vitaminas, tais como:
-manganésio, cálcio, cloro, sódio, potássio, enxofre, fósforo, alumínio, magnésio, silício, ferro, cobre, zinco, cobalto e estrôncio.
Todos estes elementos são indispensáveis ao organismo humano.
Nesta maravilha da natureza as crianças encontram o melhor dos fortificantes naturais, os enfermos e os idoso a força que os abandona, os deprimidos, os neurasténicos e os ‘sempre cansados’ uma energia e uma euforia incríveis (D. Casabellas, Texas).
Podemos enumerar alguns dos benefícios da geleia real:
- arteriosclerose, especialmente cerebral
- Úlceras externas e do aparelho digestivo
- Espasmos do estômago
- Grávidas e lactentes
- Actua sobre a pele renovando e tonificando os tecidos
- Anemia, asma bronquial e cardíaca
- Artrites reumáticas
- Actua na longevidade do homem
- Diminui de forma espantosa o colesterol
Doses:
É recomendável 30g de geleia real como tratamento e depois descansar durante 1 mês.
Colocar aproximadamente 1 grama diária numa colher debaixo da língua, as glândulas sublinguais absorvem-na rapidamente. É um tratamento de choque e muito recomendado para um organismo que necessite fazer um grande esforço, ou com esgotamento tanto físico como intelectual. (Prof. Luís Garcia)
Outro tratamento menos intenso será tomar 15 gramas (1 grama diária) durante 20 ou 30 dias e descansar de 8 a 10 dias e tomar as 15 gramas restantes.
Pode ainda ser tomada com mel.:
- 30g de geleia real misturada com 200g de mel, (misturar bem) e tomar 1 colher de chá por dia.
HOLOTERAPIA
A holoterapia visa a percepção completa do ser humano, não compartimentada em órgãos ou doenças, mas respeitando plenamente a noção de que estamos todos interligados com a Natureza, da mesma forma, somos indissocialvelmente seres físicos, psíquicos, sociais e ecológicos.
Esta também pode ser chamada de Terapia do Amigo, que através de uma relação horizontal terapeuta-consultante, leva ao crescimento de ambos no decorrer dos encontros de promoção da saúde.
Concretiza-se com vários tratamentos das terapias alternativas como Shiatsu, Tui-Na, Reiki, Florais de Bach, Cristaloterapia, Terapia prânica, Terapia Multidimensional, Cura Quântica estrelar, Terapia xâmanica, entre muitos outros) e em parceria com os conhecimentos da Medicina Convencional.
O Terapeuta trabalha a conjugação de vários métodos adaptados às necessidades terapêuticas e à situação vivencial do consultante no momento, ajudando-o no seu processo de cura, desenvolvimento e ascensão.
A consulta deve ser guiada pelos seres de luz que acompanham o terapeuta.
Esta também pode ser chamada de Terapia do Amigo, que através de uma relação horizontal terapeuta-consultante, leva ao crescimento de ambos no decorrer dos encontros de promoção da saúde.
Concretiza-se com vários tratamentos das terapias alternativas como Shiatsu, Tui-Na, Reiki, Florais de Bach, Cristaloterapia, Terapia prânica, Terapia Multidimensional, Cura Quântica estrelar, Terapia xâmanica, entre muitos outros) e em parceria com os conhecimentos da Medicina Convencional.
O Terapeuta trabalha a conjugação de vários métodos adaptados às necessidades terapêuticas e à situação vivencial do consultante no momento, ajudando-o no seu processo de cura, desenvolvimento e ascensão.
A consulta deve ser guiada pelos seres de luz que acompanham o terapeuta.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Massagem Shiatsu
Reequilíbrio físico e energético:
O que é o SHIATSU?
O SHIATSU É UMA TERAPIA oriental de reequilíbrio físico e energético.
Usualmente é definido como uma “massagem” oriental mas é muito mais do que isso.
Actua através das pressões que são aplicadas em determinadas áreas e pontos do corpo
humano, efectuadas, fundamentalmente, pelos polegares, dedos e palmas, sem o uso
de qualquer instrumento mecânico ou de outro tipo, corrigindo disfunções internas,
promovendo e mantendo a saúde e tratando doenças específicas.
CONSCIÊNCIA E EQUILIBRIO:
O grande potencial do Shiatsu está em tornar o paciente consciente do seu próprio
corpo. E o corpo não é só corpo. O corpo armazena emoções, sentimentos, reflecte o
nosso estado mental. No corpo, nos músculos e nervos, está inscrito um pouco do nosso
passado. Ele fala de nós de uma forma mais viva do que as nossas palavras, que contam
histórias que nem sempre exactas. O corpo não mente e também não esquece.
Termos o nosso corpo tocado é uma experiência forte. O Shiatsu desperta no paciente
uma nova consciência de si. E quando tocamos uma área ou um ponto onde a energia
está bloqueada, não só chamamos a atenção do paciente para ela, como ajudamos o
bloqueio a dissolver-se. Esse trabalho de normalização do fluxo energético traz ao
paciente uma sensação de equilíbrio interno, de leveza e bem-estar, de integração
consigo mesmo, sentindo-se profundamente relaxado, e, ao mesmo tempo, repleto de
vigor e energia.
OS SEUS BENEFÍCIOS:
É de grande utilidade para levantar os níveis de energia do paciente, regular e fortalecer
o funcionamento dos órgãos e estimular a resistência natural do corpo às doenças.
Entre os diversos benefícios que o shiatsu apresenta para o organismo, poderão
destacar-se:
Flexibiliza a pele;
Melhora o sistema circulatório;
Flexibiliza o sistema muscular;
Ajuda à recuperação do equilíbrio do sistema ósseo;
Facilita as funções do sistema digestivo;
Melhora o controlo do sistema endócrino;
Regula as funções do sistema nervoso;
Menos frequência de tomas de medicação;
O que é o SHIATSU?
O SHIATSU É UMA TERAPIA oriental de reequilíbrio físico e energético.
Usualmente é definido como uma “massagem” oriental mas é muito mais do que isso.
Actua através das pressões que são aplicadas em determinadas áreas e pontos do corpo
humano, efectuadas, fundamentalmente, pelos polegares, dedos e palmas, sem o uso
de qualquer instrumento mecânico ou de outro tipo, corrigindo disfunções internas,
promovendo e mantendo a saúde e tratando doenças específicas.
CONSCIÊNCIA E EQUILIBRIO:
O grande potencial do Shiatsu está em tornar o paciente consciente do seu próprio
corpo. E o corpo não é só corpo. O corpo armazena emoções, sentimentos, reflecte o
nosso estado mental. No corpo, nos músculos e nervos, está inscrito um pouco do nosso
passado. Ele fala de nós de uma forma mais viva do que as nossas palavras, que contam
histórias que nem sempre exactas. O corpo não mente e também não esquece.
Termos o nosso corpo tocado é uma experiência forte. O Shiatsu desperta no paciente
uma nova consciência de si. E quando tocamos uma área ou um ponto onde a energia
está bloqueada, não só chamamos a atenção do paciente para ela, como ajudamos o
bloqueio a dissolver-se. Esse trabalho de normalização do fluxo energético traz ao
paciente uma sensação de equilíbrio interno, de leveza e bem-estar, de integração
consigo mesmo, sentindo-se profundamente relaxado, e, ao mesmo tempo, repleto de
vigor e energia.
OS SEUS BENEFÍCIOS:
É de grande utilidade para levantar os níveis de energia do paciente, regular e fortalecer
o funcionamento dos órgãos e estimular a resistência natural do corpo às doenças.
Entre os diversos benefícios que o shiatsu apresenta para o organismo, poderão
destacar-se:
Flexibiliza a pele;
Melhora o sistema circulatório;
Flexibiliza o sistema muscular;
Ajuda à recuperação do equilíbrio do sistema ósseo;
Facilita as funções do sistema digestivo;
Melhora o controlo do sistema endócrino;
Regula as funções do sistema nervoso;
Menos frequência de tomas de medicação;
Massagem Tui-Na
Tonificar e harmonizar
O que é a massagem TUI-NA?
A massagem TUI-NA é uma das terapias utilizadas pela Medicina Tradicional Chinesa (MTC), juntamente com a Acupunctura, a Moxabustão, a Fitoterapia, a Dietética e o Chi-Kung.
TUI significa empurrar, pôr em movimento, apertar, comprimir, estimular, afastar, separar e dissipar. NA significa agarrar, segurar, puxar, amassar e massajar. Este termo é representado por dois caracteres sobrepostos: o de baixo significa “mão” e o de cima significa “união”, “harmonia”. TUI-NA pode traduzir-se assim por “A mão que procura a harmonia, comprimindo, estimulando, pondo em movimento.
Quais os objectivos?
Tem como objectivo dispersar, tonificar e harmonizar a energia e o sangue de um meridiano, órgão ou região. Descontrai o indivíduo e reorganiza as energias yin e yang do corpo.
A finalidade principal é desbloquear ou favorecer o fluxo de CHI (energia vital) e de sangue nos meridianos onde exista alguma enfermidade. Se existir uma síndrome num sistema ou órgão em particular, a massagem realizada pelo especialista de MTC terá como objectivo restabelecer o equilíbrio energético em particular ou no geral.
Quais as técnicas?
A MASSAGEM TUI-NA é indicada para qualquer pessoa (desde que não apresente qualquer contra-indicação para massagens).
A TUI-NA pode ser usada, não somente para tratar doenças, mas para proteger e desenvolver o corpo, de forma que uma doença possa ser sanada no seu início. É um método medicinal seguro e simples e não produz efeitos colaterais, sendo utilizada na prática clínica há 2000 anos com elevado grau de sucesso.
A massagem TUI-NA pode ser aplicada em qualquer altura, sendo geralmente utilizada nas vertentes desportiva, estética e pediátrica.
Principais benefícios:
Pesquisas modernas provam que a TUI-NA melhora a micro circulação do sangue e do sistema linfático; que trás recuperação mais rápida para as várias lesões dos tecidos moles, como o deslocamento e a contusão. Além disso, como o sistema nervoso, na função de controlar a micro circulação dos órgãos internos, está ligado à pele, a TUI-NA, sendo aplicada em pontos específicos sobre a superfície do corpo (a pele), pode regular, também, a micro circulação dos órgãos internos, micro circulação esta que ajusta o funcionamento dos mesmos. Podendo exercer efeito sobre o sistema nervoso central, pode ser usada para provocar anestesia, para baixar a febre nas crianças e para tratar a hipertensão e a neurose.
Os principais benefícios são:
* Reequilíbrio energético e sanguíneo;
* Maior rapidez na resolução de patologias do foro osteo-tendino-muscular;
* Melhoria de funcionamento dos órgãos internos;
* Tratamento de rupturas musculares recentes;
* Relaxamento.
O que é a massagem TUI-NA?
A massagem TUI-NA é uma das terapias utilizadas pela Medicina Tradicional Chinesa (MTC), juntamente com a Acupunctura, a Moxabustão, a Fitoterapia, a Dietética e o Chi-Kung.
TUI significa empurrar, pôr em movimento, apertar, comprimir, estimular, afastar, separar e dissipar. NA significa agarrar, segurar, puxar, amassar e massajar. Este termo é representado por dois caracteres sobrepostos: o de baixo significa “mão” e o de cima significa “união”, “harmonia”. TUI-NA pode traduzir-se assim por “A mão que procura a harmonia, comprimindo, estimulando, pondo em movimento.
Quais os objectivos?
Tem como objectivo dispersar, tonificar e harmonizar a energia e o sangue de um meridiano, órgão ou região. Descontrai o indivíduo e reorganiza as energias yin e yang do corpo.
A finalidade principal é desbloquear ou favorecer o fluxo de CHI (energia vital) e de sangue nos meridianos onde exista alguma enfermidade. Se existir uma síndrome num sistema ou órgão em particular, a massagem realizada pelo especialista de MTC terá como objectivo restabelecer o equilíbrio energético em particular ou no geral.
Quais as técnicas?
A MASSAGEM TUI-NA é indicada para qualquer pessoa (desde que não apresente qualquer contra-indicação para massagens).
A TUI-NA pode ser usada, não somente para tratar doenças, mas para proteger e desenvolver o corpo, de forma que uma doença possa ser sanada no seu início. É um método medicinal seguro e simples e não produz efeitos colaterais, sendo utilizada na prática clínica há 2000 anos com elevado grau de sucesso.
A massagem TUI-NA pode ser aplicada em qualquer altura, sendo geralmente utilizada nas vertentes desportiva, estética e pediátrica.
Principais benefícios:
Pesquisas modernas provam que a TUI-NA melhora a micro circulação do sangue e do sistema linfático; que trás recuperação mais rápida para as várias lesões dos tecidos moles, como o deslocamento e a contusão. Além disso, como o sistema nervoso, na função de controlar a micro circulação dos órgãos internos, está ligado à pele, a TUI-NA, sendo aplicada em pontos específicos sobre a superfície do corpo (a pele), pode regular, também, a micro circulação dos órgãos internos, micro circulação esta que ajusta o funcionamento dos mesmos. Podendo exercer efeito sobre o sistema nervoso central, pode ser usada para provocar anestesia, para baixar a febre nas crianças e para tratar a hipertensão e a neurose.
Os principais benefícios são:
* Reequilíbrio energético e sanguíneo;
* Maior rapidez na resolução de patologias do foro osteo-tendino-muscular;
* Melhoria de funcionamento dos órgãos internos;
* Tratamento de rupturas musculares recentes;
* Relaxamento.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Regime para o Grupo Sanguíneo 'O'
carnes
+ boi, coração e vísceras, cordeiro, fígado, veado, vitela
= avestruz, cavalo, coelho, faisão, frango, pato, perdiz, peru, pombo.
# bacon, presunto, porco.
frutos do mar
+ bacalhau, línguado, truta.
= atum, cacão, camarão, corvina, enguia, caracol, garoupa, lagosta, merluza, mexilhão, ostra, pargo, pescadinha, salmão, sardinha, taínha.
# búzio, caviar, lula, polvo, salmão defumado, arenque em conserva.
lacticínios
+ X
o manteiga, ovos galinha, queijo cabra, queijo feta, mussarela.
# leite vaca, iogurtes,emmental gruyére.
óleos e gorduras
+ azeite de oliva
= óleo gergelim, óleo de nozes
# óleo amendoim, óleo de milho, de girassol, de soja
frutos secos e sementes
+ pevides
= amêndoa, avelã, noz, pinhão, pasta de amêndoa
# amendoim, castanha, líchias, pasta de amendoim, caju, pistáchio
feijões e leguminosas
+ feijão frade, feijão azuki
= feijão verde, ervilha, favas, feijão branco, feijão manteiga, feijão vermelho, missô, soja e derivados, tempé, tofu, feijão preto, grão de bico
# lentilhas
cereais, pães e massas
+ pão de trigo germinado (essênios).
= arroz todos, bolo de arroz, pão de farinha de soja, tapioca.
# cevada, flocos de milho, pão sete cereais, fubá, farinha de trigo comercial todo , pipoca, milho
hortaliças
+ abóbora, alcachofra, alface romana, batata doce, bróculos, cebola, chicória, couve, espinafres, nabo, salsa.
= abobrinha, agrião, alface, alho, espargos, azeitona verde, beringela, beterraba, broto bambu, cenoura, chucrute, couve bruxelas, ervilhas, pimentão, rabanete, tomate.
# alho poro, azeitona preta, batatas todas, couve-flor, milho, pepino.
frutos
+ ameixa seca e todas, banana, cereja, figo seco e todos, goiaba, manga, mirtilo, abacaxi suco.
o abacate, abacaxi, damasco, franboesa, toranja, groselha, lima, limão, maçã, marmelo, melancia, melão, morango, nectarina, papaia, pêra, pº~essego, romã, tâmaras, uvas e passas.
- amora preta, banana-da-terra, coco e leite, kiwi, laranja, pera asiática, tangerina.
temperos
+ afarroba, curry, algas fucus, pimenta malagueta caiena, salsa
o açafrão, açúcar, alho, baunilha, canela, chocolate, coentro, cominho, hortelã, gelatina, louro, mel, melaço, molho soja, orégão, paprica, sal marinho, tomilho, vinagre maçã.
- alcaparra, aspartame, dextrose, frutose, gomas, guaraná, maisena, noz-moscada, pimenta moída branca e preta, vinagre excepto o de maçã.
condimentos
+ X
= mostarda sem vinagre, geleia e gelatina, molho sem gorduras caseiro
- ketchup, maionese, molho inglês, pickles.
ervas e chás
+ dente de leão, gengibre, hortelã pimenta, salsa, tília, rosa, amora, feno grego.
= camomila, giseng, hortelã, pilriteiro, tomilho, salsaparilha, valeriana, vervasco, verbena
- alfafa, babosa aloe, bardana, equinácia, erva s. João hipericão, genciana, ruibarbo.
bebidas
+ chá verde, água mineral gasosa.
= vinho tinto
# bebidas destiladas, café e descafeínado, chá preto, refrigerantes, descafeinado, vinho branco.
suplementos
B12 – carne, fígado, rins, folhas verde escuro, frutas, nozes, ovos, peixes, ácido fólico.
K - couve e folhas verdes, fígado.
cálcio - bróculos,couves, sardinha com espinhas
iodo - peixe mar, alga fucus, sal iodado.
manganês
A - hortaliça amarela, cor-de-laranja e verde escuro, peixe água fria.
Legenda:
+ alimento extremamente benéfico
= alimento neutro
# alimento a evitar
Segundo Dr. Dadamo
+ boi, coração e vísceras, cordeiro, fígado, veado, vitela
= avestruz, cavalo, coelho, faisão, frango, pato, perdiz, peru, pombo.
# bacon, presunto, porco.
frutos do mar
+ bacalhau, línguado, truta.
= atum, cacão, camarão, corvina, enguia, caracol, garoupa, lagosta, merluza, mexilhão, ostra, pargo, pescadinha, salmão, sardinha, taínha.
# búzio, caviar, lula, polvo, salmão defumado, arenque em conserva.
lacticínios
+ X
o manteiga, ovos galinha, queijo cabra, queijo feta, mussarela.
# leite vaca, iogurtes,emmental gruyére.
óleos e gorduras
+ azeite de oliva
= óleo gergelim, óleo de nozes
# óleo amendoim, óleo de milho, de girassol, de soja
frutos secos e sementes
+ pevides
= amêndoa, avelã, noz, pinhão, pasta de amêndoa
# amendoim, castanha, líchias, pasta de amendoim, caju, pistáchio
feijões e leguminosas
+ feijão frade, feijão azuki
= feijão verde, ervilha, favas, feijão branco, feijão manteiga, feijão vermelho, missô, soja e derivados, tempé, tofu, feijão preto, grão de bico
# lentilhas
cereais, pães e massas
+ pão de trigo germinado (essênios).
= arroz todos, bolo de arroz, pão de farinha de soja, tapioca.
# cevada, flocos de milho, pão sete cereais, fubá, farinha de trigo comercial todo , pipoca, milho
hortaliças
+ abóbora, alcachofra, alface romana, batata doce, bróculos, cebola, chicória, couve, espinafres, nabo, salsa.
= abobrinha, agrião, alface, alho, espargos, azeitona verde, beringela, beterraba, broto bambu, cenoura, chucrute, couve bruxelas, ervilhas, pimentão, rabanete, tomate.
# alho poro, azeitona preta, batatas todas, couve-flor, milho, pepino.
frutos
+ ameixa seca e todas, banana, cereja, figo seco e todos, goiaba, manga, mirtilo, abacaxi suco.
o abacate, abacaxi, damasco, franboesa, toranja, groselha, lima, limão, maçã, marmelo, melancia, melão, morango, nectarina, papaia, pêra, pº~essego, romã, tâmaras, uvas e passas.
- amora preta, banana-da-terra, coco e leite, kiwi, laranja, pera asiática, tangerina.
temperos
+ afarroba, curry, algas fucus, pimenta malagueta caiena, salsa
o açafrão, açúcar, alho, baunilha, canela, chocolate, coentro, cominho, hortelã, gelatina, louro, mel, melaço, molho soja, orégão, paprica, sal marinho, tomilho, vinagre maçã.
- alcaparra, aspartame, dextrose, frutose, gomas, guaraná, maisena, noz-moscada, pimenta moída branca e preta, vinagre excepto o de maçã.
condimentos
+ X
= mostarda sem vinagre, geleia e gelatina, molho sem gorduras caseiro
- ketchup, maionese, molho inglês, pickles.
ervas e chás
+ dente de leão, gengibre, hortelã pimenta, salsa, tília, rosa, amora, feno grego.
= camomila, giseng, hortelã, pilriteiro, tomilho, salsaparilha, valeriana, vervasco, verbena
- alfafa, babosa aloe, bardana, equinácia, erva s. João hipericão, genciana, ruibarbo.
bebidas
+ chá verde, água mineral gasosa.
= vinho tinto
# bebidas destiladas, café e descafeínado, chá preto, refrigerantes, descafeinado, vinho branco.
suplementos
B12 – carne, fígado, rins, folhas verde escuro, frutas, nozes, ovos, peixes, ácido fólico.
K - couve e folhas verdes, fígado.
cálcio - bróculos,couves, sardinha com espinhas
iodo - peixe mar, alga fucus, sal iodado.
manganês
A - hortaliça amarela, cor-de-laranja e verde escuro, peixe água fria.
Legenda:
+ alimento extremamente benéfico
= alimento neutro
# alimento a evitar
Segundo Dr. Dadamo
TABACARIA
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.
(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente
Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.
Álvaro de Campos, 15-1-1928 (Fernando Pessoa)
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.
(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente
Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.
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